O plano da C&A para ser mais verde: da energia renovável ao algodão orgânico

A C&A quer reduzir as emissões de gases de efeito de estufa em 30A C&A quer reduzir as emissões de gases de efeito de estufa em 30% até 2030.% até 2030. O compromisso revelado hoje envolve um conjunto de medidas, nomeadamente ao nível de processos de fabrico mas também das lojas. A marca de moda vai mudar a forma como produz as suas roupas e acessórios e como gere o desempenho ambiental da cadeia de abastecimento.

Num futuro mais próximo, a C&A compromete-se também a desenvolver todos os esforços necessários para que a energia usada seja 100% renovável até 2025. Domingos Esteves, director-geral da C&A para Espanha e Portugal, adianta que as lojas da marca na Península Ibérica também estão a ser adaptadas neste sentido. A ideia é que sejam «instalações neutras em carbono, cumprindo com os princípios de ecoeficiência» que a marca defende.

«A sustentabilidade é o pilar fundamental da C&A, que faz parte do nosso compromisso com um futuro ético no qual a protecção do meio ambiente é a base da nossa sociedade. Além de usarmos matérias-primas ecológicas, esforçamo-nos por uma produção têxtil sustentável em todas as suas etapas», afirma Domingos Esteves.

Dos planos faz parte um reforço da aposta em materiais sustentáveis, como é o caso do algodão orgânico, e da parceria com o Fashion for Good. Nesse sentido, destaque para a conquista do certificado Cradle to Cradle Platinum, passando a C&A a ser a única marca de moda do Mundo a alcançar esta distinção. Para chegar até aqui, a C&A teve de obter uma avaliação positiva em todos os parâmetros de análise de sustentabilidade, incluindo reutilização de materiais, energia renovável, gestão de carbono, administração de água e justiça social.

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