O chefe Nuno Diniz foi distinguido com o Prémio Armando Fernandes, atribuído a uma personalidade ou instituição com contributos relevantes para a valorização e crescimento da gastronomia portuguesa. O anúncio foi feito a 16 de outubro, durante a cerimónia de entrega de prémios da Feira Nacional de Gastronomia, em Santarém.
Nuno Diniz é professor, cozinheiro, cronista e jurado de eventos gastronómicos em Portugal. Com carreira internacional, passou por cerca de uma centena de países, sempre com foco na promoção da gastronomia portuguesa. Assume uma abordagem que define como “popular elitista”, baseada em simplicidade e qualidade dos produtos. Atualmente reside na aldeia de Sezelhe, no Barroso, onde se dedica a projetos ligados ao território e à cozinha de origem local.
O seu mais recente livro, Crónicas de um Cozinheiro no Exílio (2024), resulta da experiência de vida fora dos centros urbanos. Está também a preparar um novo título dedicado à carne Barrosã.
O prémio é uma homenagem ao historiador e gastrónomo Armando Fernandes (1945–2023), natural de Bragança e ligado a Santarém, que se destacou em áreas como leitura pública, turismo cultural e escrita gastronómica. Funcionário da Fundação Calouste Gulbenkian, coordenou bibliotecas itinerantes em Portugal e nos PALOP, e foi também deputado e promotor de iniciativas culturais.
O júri foi presidido por Paulo Amado, diretor das Edições do Gosto, e integrou as jornalistas Cláudia Lima de Carvalho e Alexandra Prado Coelho (vencedora do prémio em 2024), a investigadora Olga Cavaleiro e o chefe Rodrigo Castelo, do restaurante Ó Balcão.
A iniciativa é organizada pelas Edições do Gosto, Câmara Municipal de Santarém, Feira Nacional de Gastronomia e Associação Comercial, Empresarial e Serviços de Santarém (ACES).
O anúncio foi feito a 16 de outubro, durante a cerimónia de entrega de prémios da Feira Nacional de Gastronomia, em Santarém.
Nuno Diniz é professor, cozinheiro, cronista e jurado de eventos gastronómicos em Portugal. Com carreira internacional, passou por cerca de uma centena de países, sempre com foco na promoção da gastronomia portuguesa. Assume uma abordagem que define como “popular elitista”, baseada em simplicidade e qualidade dos produtos. Atualmente reside na aldeia de Sezelhe, no Barroso, onde se dedica a projetos ligados ao território e à cozinha de origem local.
O seu mais recente livro, Crónicas de um Cozinheiro no Exílio (2024), resulta da experiência de vida fora dos centros urbanos. Está também a preparar um novo título dedicado à carne Barrosã.
O prémio é uma homenagem ao historiador e gastrónomo Armando Fernandes (1945–2023), natural de Bragança e ligado a Santarém, que se destacou em áreas como leitura pública, turismo cultural e escrita gastronómica. Funcionário da Fundação Calouste Gulbenkian, coordenou bibliotecas itinerantes em Portugal e nos PALOP, e foi também deputado e promotor de iniciativas culturais.
O júri foi presidido por Paulo Amado, diretor das Edições do Gosto, e integrou as jornalistas Cláudia Lima de Carvalho e Alexandra Prado Coelho (vencedora do prémio em 2024), a investigadora Olga Cavaleiro e o chefe Rodrigo Castelo, do restaurante Ó Balcão.
A iniciativa é organizada pelas Edições do Gosto, Câmara Municipal de Santarém, Feira Nacional de Gastronomia e Associação Comercial, Empresarial e Serviços de Santarém (ACES).














