Mulheres pagam mais pelo mesmo produto

A versão feminina de um produto pode ser ente 8% e 24% mais cara do que a versão masculina do mesmo artigo. A conclusão é de um estudo realizado pela plataforma online de comparação de preços Idealo, que garante que a chamada “Taxa Rosa” não é mito. Segundo os dados recolhidos, as mulheres são alvo de uma espécie de imposto de género que faz com artigos por si só habitualmente mais caros apresentem um valor ainda mais elevado quando adaptados para o público feminino.

É o caso dos perfumes. O mesmo estudo, citado pelo Marketing News, indica que as fragâncias para mulher são 7% mais caras do que aquelas criadas para homem. Em apenas 27% dos casos se verificou a tendência oposta, com os perfumes masculinos a serem mais caros do que os femininos. Em 12% das marcas analisadas, o preço era idêntico.

Na área dos relógios, a Idealo analisou as propostas de três fabricantes: Festina, Guess e Seiko. O caso mais flagrante pertence a esta última, que apresenta preços 34% mais elevados nos relógios para mulheres. Já a Guess sobe os preços em 12% e a Festina em 8%.

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