Nos últimos cinco anos, a confiança nas empresas nacionais aumentou para 43,1 % dos inquiridos, um crescimento de 28,6 %, enquanto a confiança nas marcas pequenas e de nicho cresceu 29,2 % para 39 % dos participantes, e as grandes marcas também registaram um aumento de 20,1 %, contando agora com a confiança de 36,9 % dos consumidores, avança o fashion united.
Já «os mais jovens mostram-se mais otimistas, revelando maior disposição para confiar nas marcas, tanto nas de nicho como nas grandes, sendo que a confiança nas marcas de nicho situa-se agora nos 51 %, face aos 48,1 % de há cinco anos, e, no caso das grandes marcas, subiu de 46,6 % para 58,2%», refere a mesma publicação.
Estas são algumas das conclusões do estudo “Brand Connection – The Age of Meaningful Brands”, conduzido pela Deloitte junto de mais de 7 mil consumidores em sete países: Itália, França, Reino Unido, Estados Unidos, China, Japão e Emirados Árabes Unidos.
Para 60 % dos inquiridos, uma marca continua a representar qualidade e fiabilidade. «Serve como guia para decisões rápidas e seguras, algo confirmado por 52,3 %», sublinha o fashion united, reforçando que «existe também uma dimensão aspiracional que desperta imaginação e desejo: 54,8 % reconhecem que as marcas ainda conseguem inspirar sonhos. O uso frequente e a integração na vida quotidiana criam uma ligação emocional mais profunda (52,1 %), tornando a marca num elemento familiar e importante do dia a dia».
Para 62 % dos inquiridos, a ligação a uma marca traduz-se em valor prático no quotidiano. Para 57,3 %, a ressonância emocional é a prioridade — cria um sentido de comunidade e pertença (55,8 %), transmite valores partilhados (55,1 %) e permite novas descobertas (51,5 %).
O fator mais importante é a relevância na vida diária: os consumidores valorizam marcas que simplificam o dia a dia (63,8 %), garantem qualidade (63,6 %) e demonstram autenticidade e fidelidade aos seus valores (62,2 %).
Na Europa, a ligação às marcas é sobretudo funcional e pragmática. Os fatores decisivos são a relevância quotidiana (71,1 %), autenticidade (68,4 %), qualidade (67,7 %) e fiabilidade (65,5 %).
Em termos de ressonância emocional, as marcas mais apreciadas são as que evocam boas recordações (60,5 %). Devem também entreter (58,4 %) e contribuir para o bem-estar emocional e a saúde (56,9 %).
«Os consumidores valorizam marcas que ouvem ativamente os seus clientes (60,6 %) e que os fazem sentir-se valorizados e únicos (56 %). Este elemento, aliado à componente emocional, é especialmente relevante entre os jovens dos 18 aos 34 anos (58,5 %). Para eles, a marca é também um meio de pertença social e de inclusão num grupo de referência».














