Mark Zuckerberg avança para um ambicioso projeto de inteligência artificial com a criação da Meta Compute, uma divisão da Meta dedicada à construção de centros de dados de escala monumental. Estes complexos não são apenas enormes, mas terão um consumo energético tão elevado que poderá ultrapassar o de pequenos países, avança o computer hoy.
O objetivo da Meta é claro: alcançar a liderança numa corrida global em que Google, Microsoft e OpenAI já estão na frente. Para competir, não basta inovar; é necessário construir uma infraestrutura capaz de suportar algoritmos cada vez mais complexos e exigentes, com dezenas de gigawatts a serem consumidos anualmente. Em termos práticos, cada gigawatt é suficiente para alimentar centenas de milhares de lares — mas, neste caso, será direcionado para alimentar servidores de inteligência artificial.
O plano inclui o desenvolvimento de edifícios, servidores, chips e parcerias estratégicas com fornecedores de energia, garantindo que a Meta consiga autonomia e controlo total sobre a sua rede de IA. A energia nuclear surge como uma solução preferencial, proporcionando uma fonte limpa, constante e confiável, capaz de suportar estas exigências sem depender de fontes intermitentes como solar ou eólica. Outras empresas tecnológicas já adotaram soluções semelhantes, preparando-se para sustentar centros de IA com consumo comparável ao de dezenas de países.














