Marcas não abandonaram o Millennium Estoril Open: «É um evento social de referência»

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07/05/2021
10:20
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Marcas não abandonaram o Millennium Estoril Open: «É um evento social de referência»

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Pela primeira vez na sua história, o Millennium Estoril Open decorreu sem público. A única forma de acompanhar o evento e de seguir cada passe de alguns dos melhores tenistas do Mundo era mesmo através da transmissão digital e televisiva. Num contexto como este, como é que se garante que os patrocinadores continuam ao lado do torneio e que há interesse na cobertura do mesmo?

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«Foi um desafio enorme conseguirmos montar o evento. Mas sentimos um orgulho enorme depois de vários dias de intensas batalhas, dentro do court e fora do court. Acima de tudo, tivemos de nos reinventar», conta João Zilhão, director do Estoril Open. Convidado da mais recente TIP Talk Digital da Marketeer, o responsável explica como foi necessário ter vários cenários em cima da mesa de modo a estarem preparados para tudo.

Perante as adversidades, o Millennium Estoril Open pôde contar com mais de 90% dos patrocinadores habituais ao seu lado, embora tenha sido necessário um processo de negociação e ajustes. Parte da justificação para este interesse das marcas estará na tradição de networking do torneio, descrito por João Zilhão como «um evento social de referência há muitos anos».

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Em edições normais, o Millennium Estoril Open oferece a oportunidades às marcas e empresas de estabelecer contactos e de convidar alguns dos seus parceiros para uma experiência única, que pode passar por um almoço com vista para o court, por exemplo. O evento tem um lado corporativo muito desenvolvido que tem conquistado o interesse de insígnias que poderão nem fazer parte do mundo do desporto.

Ricardo Valadares, director de Comunicação do Millennium bcp, conta que também o banco teve de reinventar a forma como esteve presente no torneio, embora tenha feito questão de continuar a ser naming sponsor. Também presente na TIP Talk, o responsável refere que o principal desafio era perceber como é que o banco poderia chegar a um público que não era presencial, mas que existiu.

Acompanhe a conversa na íntegra em baixo:






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