Marcas disputam o palco da rádio

42-15314037Os holofotes estão sobre a rádio. Novas estações têm sido lançadas, outras reinventadas. E até a Vodafone e a TMN investiram nas suas próprias estações.

De uma proposta da Media Capital Rádios à Vodafone surgiu a Vodafone FM, a emitir nas frequências 107.2 MHz, na Grande Lisboa, 94.3 MHz, no Grande Porto, e online, em www.vodafone.fm, desde o final de Janeiro. Um projecto que se enquadra na estratégia de comunicação da operadora de telecomunicações na área da música e que lhe permite reforçar a sua ligação com um dos seus principais públicos, os jovens.

De resto, a estratégia de associar a estações o nome de uma marca está já a alastrar-se e não foi alheia à TMN, que avançou com a rádio SWtmn. A emissão do projecto teve início no final de Março e ocupa as frequências 100.8, em Lisboa, e 102.7, no Porto, que correspondiam anteriormente à rádio Capital, da Luso Canal, detida por Luís Montez. O empresário é também sócio da promotora Música no Coração, responsável pela produção do Festival do Sudoeste, na Zambujeira do Mar, que empresta o nome à rádio e conta há já sete anos com o patrocínio da operadora da Portugal Telecom.

Com quem é que estas novas rádios querem comunicar? Jovens urbanos, irreverentes, imaginativos, abertos a novas experiências musicais e, acima de tudo, interactivos, é o target definido pela Vodafone FM, assumindo-se a operadora como líder de mercado nas faixas etárias abaixo dos 25 anos, de acordo com o Barómetro de Telecomunicações da Marktest. Numa fase inicial o conteúdo da rádio começou por ser constituído por uma playlist musical, tendo sido depois seleccionados locutores para conferir voz à emissão com programas de autor, noticiários de música e uma agenda cultural. «Com a velocidade e a facilidade de acesso à música e à informação num ponto alto sem precedentes, o gosto comum é cada vez mais ecléctico», garante António Carriço, director de marca e CRM da Vodafone Portugal. Daí a Vodafone FM apostar na transversalidade de géneros musicais que emite, do rock ao pop, do hip-hop à dança, havendo ainda espaço para subgéneros e misturas de géneros.

PARA LER O ARTIGO NA ÍNTEGRA CONSULTAR EDIÇÃO IMPRESSA Nº177

pub


Artigos relacionados
Comentários
A carregar...