KPMG alerta: os actuais modelos de negócio não sobreviverão

Novos modelos de negócio, menos lojas físicas e aumento das vendas por meio de canais próprios. Em traços gerais, assim será o mercado de consumo em 2020, de acordo com uma investigação levada a cabo pela KPMG, que teve por base entrevistas a 530 executivos de 28 países.

Os CEOs inquiridos concordam que os modelos de negócios actuais não sobreviverão a mudanças contínuas e que o caminho poderá passar, por exemplo, pelo encerramento de lojas com paredes e tecto: nos EUA, 37% prevê encerrar lojas nos próximos dois anos. Acreditam também que será necessário vender mais produtos através dos próprios canais de distribuição, de modo a aumentar a velocidade e eficiência dos seus negócios.

O mesmo estudo revela que mais de 65% dos CEOs do sector do consumo e retalho acredita que a sua organização promove uma cultura de inovação e disrupção, embora 40% revele que a adaptação não está a estar a ser bem-sucedida.

«Movimentamo-nos cada vez mais num equilíbrio delicado, assistindo a mudanças a nível interno e externo, ambas essenciais para a criação de empresas focadas no cliente. As empresas que não conseguirem conectar-se de forma autêntica com os clientes ficarão para trás», vaticina Willy Kruh, global chair da KPMG para Consumer & Retail.

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