A marca dinamarquesa Jysk avança com um dos seus planos de crescimento mais ambiciosos dos últimos anos, prevendo abrir até 100 novas lojas em capitais e grandes cidades europeias até 2028. A estratégia, que inclui Portugal, pretende tornar as ofertas de mobiliário e decoração da marca ainda mais acessíveis aos consumidores urbanos, reforçando a presença em mercados onde já detém forte reconhecimento.
Madrid, Dublin, Bucareste, Oslo, Estocolmo e Amesterdão estão entre as cidades que integram esta nova fase de expansão, que se estenderá ao longo de três exercícios fiscais. Até ao final do atual exercício fiscal, em agosto, a Jysk prevê inaugurar até 30 novas lojas. As restantes – cerca de 70 – serão abertas nos dois anos seguintes, até agosto de 2028.
A expansão já está em marcha, sendo que em abril, a marca abriu novas lojas no centro de Dublin e de Amesterdão, com mais inaugurações previstas em ambas as cidades. Estocolmo, Oslo, Madrid e Barcelona também receberão novas unidades até ao final do ano.
“Com mais de 3.600 lojas, principalmente na Europa, a JYSK já está bem estabelecida e é reconhecida pelas suas excelentes ofertas em muitos mercados. No entanto, ao olharmos para o mapa europeu, ainda existe potencial para abrir novas lojas. Queremos estar ainda mais próximos dos inúmeros clientes que vivem nas capitais e noutras cidades-chave”, diz Rami Jensen, presidente e CEO da Jysk, citado em comunicado.
A nova estratégia trienal da empresa, apresentada em setembro passado, marca uma mudança relevante. Desde a primeira loja aberta nos arredores de Aarhus, em 1979, a JYSK privilegiou localizações em cidades de média dimensão ou periferias urbanas, beneficiando de espaços amplos e facilidade de estacionamento. Agora, o foco desloca‑se para mercados onde a marca já está presente e bem estabelecida, mas onde identifica margem para reforçar a proximidade com o consumidor urbano.
Para isso, a JYSK aposta num novo formato de loja, com espaços comerciais com cerca de 800 m² de área de venda – mais compactos do que os 950 m² habituais – mas capazes de apresentar toda a gama de produtos. Este modelo permite adaptar‑se aos centros das grandes cidades, onde o espaço comercial é mais limitado.














