Um tribunal federal em São Francisco condenou a Google a pagar 396 milhões de euros em indemnizações a cerca de 100 milhões de utilizadores, por violação de privacidade.
A decisão do júri concluiu que a empresa continuou a recolher dados privados de aplicações móveis, mesmo depois de os utilizadores terem desativado essa funcionalidade nos seus smartphones.
O processo, iniciado em 2020 como uma ação coletiva, acusava a gigante tecnológica de intercetar ilegalmente a atividade dos consumidores dentro de apps móveis, ignorando as preferências de privacidade definidas pelos próprios utilizadores.
Segundo os advogados do caso, esta conduta representa uma clara violação da confiança e dos direitos digitais dos consumidores.













