Gerador transforma Universidade Nova em palco cultural

Este ano não haverá Nova Música, o festival no Campus de Campolide da Universidade Nova que tem habituado os lisboetas a concertos de talentos emergentes nacionais. Haverá, por outro lado, um novo evento dedicado a mais áreas culturais e com produção a cargo da Associação Gerador, responsável por colocar de pé iniciativas como o Trampolim Gerador.

Chama-se Supernova e não é um festival, garante a organização que é partilhada pela SAS Nova com o Gerador. Marcado para dia 17 de Setembro, no mesmo local que o antecessor, o evento vai transformar o campus universitário na casa de várias formas artísticas: desde concertos às escuras ou numa igreja a sessões de terapia com livros, passando por arte urbana e aulas de Bollywood.

As actividades vão acontecer entre as 16h e as 2h da manhã nos mais variados locais do campus e prometem também oficinas, talks, visitas guiadas e sessões de terapia com nomes conhecidos da cultura portuguesa. A título de exemplo, os Capitão Fausto pisarão o palco principal enquanto a editora Cafetra ocupa a igreja; Ivo Canelas e Pedro Górgia vão realizar leituras encenadas dos livros “Os Contos do Gin Tonic” e “Os Novos Contos do Gin”; os chefs Hugo Brito e Joana Limão vão dar aulas de cozinha para estudantes; e Tó Trips vai falar sobre o ensino do conhecimento em 2050, entre tantas outras actividades.

António Rendas, reitor da Universidade Nova de Lisboa considera que «a Nova tem tido sempre a inovação como um dos seus pilares em tudo o que faz» e acredita que, por isso, chegou o momento de trazer «uma disrupção ao conceito de festival universitário». Apesar de ser uma espécie de festival académico, é aberto a todos: «queremos chamar toda a população a participar, já que a universidade é de todos.»

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