Gallo factura 150 milhões de euros em 2013

fotografia_rsUm crescimento de 20% face a 2012 em volume de facturação fez a Gallo Worldwide atingir, em 2013, a meta dos 150 milhões de euros. E as perspectivas para este ano, segundo declarações de Pedro Cruz, CEO de Gallo Worldwide, são optimistas: «Esperamos continuar a crescer a duplo dígito. É o tipo de crescimento que faz mexer a balança comercial do país.» A expectativa da empresa é consolidar a posição nos 47 mercados em que está presente, sendo o Brasil (com 32% da quota em valor), Portugal e a Venezuela os que lideram o top de facturação da Gallo, uma empresa que emprega a nível global 190 pessoas e que produz cerca de 120 toneladas de azeite por dia. Certo é não haver planos para, este ano, entrar em mais mercados. «A decisão de entrar em novos mercados leva sempre em consideração não só as condições de mercado, mas também a conjuntura política dos mesmos», salientou Pedro Cruz.

Desde a cisão da Gallo com a Unilever/Jerónimo Martins, em 2009, a Gallo duplicou o seu tamanho. E se há cinco anos Gallo ocupava o oitavo lugar no ranking dos maiores produtores de azeite, desde 2012 que é a terceira maior marca do mundo em termos de vendas. Um caminho que, segundo Pedro Cruz, tem sido trilhado com uma aposta clara na qualidade dos produtos apresentados aos consumidores. Nas dez primeiras marcas mundiais desse ranking só há marcas italianas, espanholas e uma portuguesa – Gallo. No número um está a italiana Bertolli e em segundo a espanhola Carbonell. Ainda assim a Gallo almeja chegar mais longe em termos de posição. Um caminho que está a ser feito passo a passo e que passará pelo aumento do consumo per capita nos mercados onde já está instalada.

No final de 2013, do total das vendas de Gallo 75% foram para exportação para mercados fora da Europa. Os restante ficaram na Europa, onde Portugal se destaca com o maior peso.

Texto de Maria João Lima

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