Gallo apresenta-se em Xangai

galo-final2A China seria um mercado pouco provável para a Gallo, tendo em conta ser este um país cuja gastronomia não inclui o azeite… Mas, em apenas dois anos, tornou-se nada mais do que o quinto mercado de maior peso, levando mesmo a Gallo a agendar uma apresentação formal da marca para o dia de ontem. «Há três ou quatro anos, Portugal representava 70% das vendas, enquanto hoje está nos 25%. É este o caminho. Um dia a China vai ser um grande mercado», disse o presidente da Gallo Worldwide, Pedro Cruz, em declarações ao jornal OJE.

A Gallo entrou na China em 2006 e tem hoje 600 lojas naquele país. Apesar das conquistas, o responsável fez questão de frisar àquele diário que o reforço da aposta no mercado, iniciado há dois anos, «é uma grande maratona e não uma corrida ao sprint». Em relação a isso, Pedro Cruz apontou ainda que o azeite, como produto associado à saúde, «está bem posicionado» nas preferências dos consumidores das classes média e alta chinesas, mas que «não faz parte dos hábitos locais», pelo que o mercado ainda se encontra «numa fase embrionária».

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