Escolas de negócios portuguesas mais internacionais

escolainternacionaisA composição do corpo docente e discente, a qualificação em rankings e as acreditações externas são elementos que têm contribuído para a internacionalização das escolas de negócios portuguesas. Mas, e porque o nome da escola é o primeiro cartão-de-visita num mercado global, as designações em inglês têm-se imposto como inevitáveis.

A actualização dos seus nomes para o inglês parece ser um passo determinante para a internacionalização das escolas de negócios portuguesas. A demonstrá-lo está a adopção quase simultânea de novas designações – exactamente iguais – pela Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa e pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, em Fevereiro deste ano. Afinal, e num primeiro momento, é o nome que comunica a postura internacional das instituições. Pelo que, em estádios diferentes, a mudança tem acontecido na generalidade das escolas de negócios em Portugal.

Uma decisão «natural», num quadro marcado pela «forte concorrência», como afirma António Gomes Mota, presidente da ISCTE Business School (IBS), escola que já em 2006 tinha levado a cabo a mudança. De resto, e como aponta Nuno Sousa Pereira, presidente da EGP-UPBS (Escola de Gestão do Porto – University of Porto Business School), «a dimensão do mercado interno é reduzida, pelo que a internacionalização é uma realidade cada vez mais presente». Também a EGP, apesar da designação que assume em inglês desde 2008 – e após várias mudanças de nome nos 22 anos de existência -, tem a decorrer um processo de rebranding que tomará forma no próximo ano lectivo.

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