Dove envia carta aberta a influenciadores portugueses a alertar para o perigo dos filtros

62% das jovens desejava que as redes sociais correspondessem mais à vida real. Esta é uma das conclusões de um estudo elaborado pela Dove para compreender melhor os efeitos dos filtros e da manipulação da imagem nas redes sociais. Segundo a marca, duas em cada três raparigas, em Portugal, tentam editar pelo menos um aspecto do seu corpo antes de publicarem uma fotografia online.

Perante números como este, a Dove decidiu enviar hoje uma carta aberta a algumas das principais agências de influenciadores a nível nacional. Trata-se de um apelo para que sejam mais autênticos nas fotografias que partilham, dando o melhor exemplo possível aos seus seguidores.

«Todos nós temos referências, ídolos, exemplos a seguir. Sabemos que, principalmente nas gerações mais novas, essas referências são muitas vezes os influenciadores digitais, cujos comportamentos online impactam directamente os valores e a auto-estima dos mais jovens», afirma Sofia Bargiela, responsável pelo Projecto Pela Auto-estima de Dove em Portugal, justificando a carta aberta.

«Por isso, pelo seu poder de influência, têm a responsabilidade de fazerem das redes sociais um espaço mais positivo, inclusivo e diversificado», acrescenta a mesma responsável, em comunicado.

A carta enviada às agências de influenciadores é baseada no testemunho real de Érica Cunha, uma jovem de 16 anos que participou no Programa Pela Auto-estima da Dove:

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