Continente: «Popota é muito mais do que uma mascote»

A Popota vai saltar dos ecrãs para o palco nos dias 8,9 e 10 de Dezembro. Será no Campo Pequeno, em Lisboa, que a personagem criada pelo Continente irá contar a história da sua vida com a ajuda de actores, bailarinos e acrobatas.

Tiago Simões, director de Marketing do Continente, conta à Marketeer o que motivou a criação do musical “Popota ao Vivo” e garante que a Popota já não é apenas uma mascote. O responsável adianta ainda que não está fora da equação a possibilidade de abrir novas datas.

De que forma o musical contribuirá para construir a marca?

O Continente é uma marca que tem muita tradição na criação de activações e momentos que extravasam a sua actividade, de retalhista alimentar. O histórico é conhecido e o objectivo é proporcionar aos clientes e aos portugueses em geral a possibilidade de desfrutarem de tempo de qualidade em família e, ao mesmo tempo, facilitar o acesso a experiências que estão normalmente pouco acessíveis.

Criamos, assim, o primeiro musical da Popota, um espectáculo com qualidade internacional, garantida por um elenco de referência. Será, com toda a certeza, um espectáculo cheio de cor, dinamismo e música, que vai agradar a miúdos e graúdos. Acreditamos ser um conteúdo que irá marcar agenda de espectáculos deste Natal.

Porquê apostar num formato ao vivo que apenas chegará a um número restrito de consumidores?

Queremos proporcionar uma experiência inesquecível às famílias portuguesas, num ambiente confortável para esta época do ano, como sejam as salas de espectáculos. As famílias vão poder usufruir da qualidade artística dos actores, cantores, bailarinos e acrobatas, que protagonizam a história de vida da Popota, num espectáculo que vai contar a história da nossa Diva, da infância à adolescência e do anonimato ao estrelato, numa lógica didáctica. Quer isto dizer que vamos revelar episódios da vida da Diva, que compreendem mensagens relevantes para os mais novos. Por exemplo, a ideia de que, com determinação e resiliência, todos conseguem atingir os seus sonhos.

Quantas pessoas deverão ser impactadas pelo musical?

Tendo em conta a capacidade do Campo Pequeno e o número de sessões que estamos a disponibilizar, a nossa expectativa é impactar directamente dezenas de milhares de famílias, de forma directa, e outras tantas de forma indirecta, através do relato das experiências vividas por aqueles que tiverem oportunidade de assistir ao espectáculo.

Está prevista a abertura de novas sessões caso a procura seja elevada?

Não rejeitamos naturalmente essa hipótese, caso se justifique. Os bilhetes já estão disponíveis na Ticketline, no Campo Pequeno e nas lojas Continente seleccionadas, a preços muito acessíveis, que vão dos 12€ aos 35€. Os detentores de Cartão Continente têm a vantagem de poder usufruir de um desconto em cartão de 25% na compra de qualquer bilhete.

Qual foi o critério para escolher os nomes que compõem o elenco?

O critério principal foi talento e qualidade. Procurámos, desde o primeiro momento, preparar um espectáculo ao nível do melhor que se faz em Portugal e no estrangeiro. Conseguimos juntar mais de 30 artistas, de diferentes áreas, que têm também a particularidade de representar a sociedade actual, ou seja, temos uma equipa feita de pessoas de diferentes idades, géneros e origens, o que nos ajuda também a transmitir uma mensagem de tolerância pela diversidade. Depois, não podemos esquecer os contributos de Sissi Martins, Rita Spider, Henrique Dias e Ricardo Pereira, Artur Guimarães, Eric da Costa, entre muitos outros, que são nomes fortes do meio artístico nacional, com provas dadas em diferentes espectáculos não apenas em Portugal.

Este ano, a campanha de Natal do Continente é a mesma do ano passado. Porquê?

Com o sucesso alcançado no ano passado, consideramos que este ano a campanha de Natal está perfeitamente actual e além disso alinhada com o musical que vamos proporcionar nos dias 8, 9 e 10 de Dezembro.

A Popota tem provado ser uma aposta ganha enquanto mascote dos brinquedos Continente?

A Popota é muito mais do que uma mascote para o Continente. É uma personagem da marca, que representa integralmente os valores do Continente. Pela forma como tem protagonizado as campanhas de Natal, acaba por ter uma imagem muito associada ao Natal e aos brinquedos, mas é importante dizer que a sua notoriedade já motivou a criação, por exemplo, de uma linha dedicada de produtos.

Texto de Filipa Almeida

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