Brincar é a palavra de ordem

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Todos nós já ouvimos experts na matéria a afirmar que a brincadeira é essencial para o desenvolvimento harmonioso das crianças. Mas, até que ponto é que a maior parte de nós leva essas palavras a sério? Será que, depois de um dia de trabalho lhe apetece propriamente brincar? Nada como tomar um belo duche relaxante, seguido de um bom copo de vinho a acompanhar umas tapas, enquanto recuperamos energias repimpados no sofá, num espaço temporal só nosso, onde podemos disfrutar momentos de prazer e ócio através do nosso smartphone no frank-cassino.com . Este pequeno oásis, que cada um de nós constrói à vez, ajuda-nos a lidar com a tensão diária e a focar a nossa atenção, por exemplo, no nosso super-herói favorito e imaginarmo-nos ele próprio enquanto jogamos nas máquinas caça-níqueis thor.

Quem tem filhos ou netos a cargo, tem uma preocupação constante com a educação dos pequenotes. Queremos que aprendam depressa e bem para se prepararem para o mundo que os espera. Mas será o mais acertado? Não estaremos a colocar em segundo plano as brincadeiras? O brincar é, sem sombra de dúvida, uma das principais atividades dos bebés durante o período em quese encontram ativos.

Infelizmente, a maioria dos adultos ignora a importância da brincadeira no desenvolvimento da criança. Frequentemente, consideram o jogo uma perda de tempo ou, na melhor das hipóteses, um momento de lazer. Pelo contrário, brincar é essencial para ajudar as crianças a construir sua identidade e personalidade. Brincar é a principal fonte do desenvolvimento infantil, seja ele emocional, social, físico ou intelectual. Esta é a forma mais natural de desenvolver inteligência e habilidades, tanto manuais quanto intelectuais, para além de permitir que entendam e apreendam o mundo ao seu redor. É assim através dos jogos de mesa e dos jogos em grupo que consegue integrar-se num grupo e assim encontrar o seu lugar. Entre outras coisas, o brincar permite que as crianças descubram e aprendam enquanto se divertem, desenvolvendo a sua imaginação e criatividade.

Menos brincadeira e mais estudo

Quando as crianças ingressam na escola primária interrompem abruptamente quase todas as suas atividades lúdicas, à excepção dos momentos em que tem acesso ao recreio e a algum desporto coletivo. As suas vidas transformam-se por completo. Defende-se a utilização do jogo como suporte à aprendizagem na sala de aula. Mas será que é, realmente, uma atividade posta em prática na maior parte do tempo ou apenas pontualmente? Serão, na sua maioria, os professores, suficientemente criativos para despertar o interesse constante e manter um espírito de brincadeira saudável enquanto ensinam?

Muitos estudos encorajam a aprendizagem baseada na brincadeira em idade pré-escolar. E, neste ponto, vamos ver qual a diferença entre jogo livre e jogo orientado. Brincadeira livre é um jogo em que a criança mantém o controle total sobre o que faz. Na brincadeira guiada, o educador ou os pais dirigem o jogo para ajudar a criança a adquirir determinadas habilidades ou conceitos. Ao aprender através dos jogos as crianças ganham auto-confiança porque não são avaliadas durante o jogo. Ganham ou perdem, o que é inerente ao jogo, não na vida, encorajando a criatividade e dotando a criança de uma atitude positiva e aberta.

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