Até 11 de Setembro, o centro comercial recebe “Maré”, uma instalação artística que leva a energia do verão para a Escadaria Central através de formas orgânicas, volumes suspensos e uma composição pensada para desafiar a perceção do espaço.
E se uma escadaria pudesse ganhar o movimento de uma onda? É esse o desafio lançado pelo Braga Parque com “Maré”, uma instalação artística que transforma a Escadaria Central do centro comercial num cenário inspirado na força e no ritmo do oceano.
Patente até 11 de Setembro, a intervenção procura transportar para dentro do espaço comercial algumas das sensações associadas ao verão: liberdade, energia, imprevisibilidade e movimento.
Mais do que uma peça decorativa, “Maré” foi pensada para estabelecer uma relação direta com o espaço e com quem o percorre. A instalação utiliza formas orgânicas e volumes suspensos, criando uma composição que muda de perceção consoante o ponto de vista do visitante.
A inspiração vem diretamente do mar. A força e a imprevisibilidade das marés são traduzidas através de diferentes elementos que se relacionam entre si, criando contrastes de forma e escala. O resultado é uma intervenção visual marcada pelo ritmo e pela sensação de movimento, mesmo estando integrada num espaço fixo.
A Escadaria Central passa, assim, a funcionar não apenas como zona de circulação, mas como parte da própria experiência artística.
É precisamente essa relação entre arte e arquitetura que permite que cada visitante possa interpretar a instalação de forma diferente, à medida que se aproxima, se afasta ou atravessa o espaço.
A iniciativa integra uma estratégia do Braga Parque de complementar a dimensão comercial com experiências capazes de criar novos motivos para visitar e permanecer no espaço.
Ao apostar numa intervenção artística de grande escala numa das zonas centrais do centro comercial, a marca procura aproximar arte, criatividade e experiência, transformando um espaço quotidiano num ponto de descoberta.
A instalação “Maré” coloca, desta forma, o verão no centro da experiência, mas fá-lo através de uma linguagem visual que permanece ligada à arquitetura e ao movimento dos próprios visitantes.
Até 11 de Setembro, quem passar pelo Braga Parque poderá, assim, encontrar uma maré diferente, uma que não se vê apenas, mas que se percorre.












