Bosch: «A tecnologia vai ter um papel importante na recuperação económica»

Se é verdade que incerteza tem sido palavra de ordem nas notícias e conversas, também é verdade que resiliência demonstrou ser uma das principais características das empresas e das marcas que nelas vivem. Para perceber melhor o que está a ser feito em Portugal para lidar com a pandemia de COVID-19, a Marketeer quis ouvir quem está à frente de algumas das maiores organizações do País – de áreas como Turismo, Telecomunicações, Farmacêutica, Moda, Restauração, Tecnologia ou Seguros.

A todos foi colocada a mesma questão: o Mundo mudou e as marcas também vão ter de alterar a forma como comunicam e constroem relações de confiança. Que trabalho está a ser feito neste sentido?

Carlos Ribas, administrador da Bosch

Na Bosch queremos garantir a fiabilidade no fornecimento dos nossos clientes, à medida que retomamos a actividade e com o objectivo de suportar a economia nacional e mundial. O que esperamos, e é para isso que trabalhamos diariamente, é que esta recuperação seja rápida.

O nosso objectivo é estarmos alinhados com o aumento da produção e garantir as cadeias de abastecimento, especialmente na produção automóvel.

Já conseguimos isso na China, onde as nossas 40 fábricas estão a produzir novamente e as cadeias de fornecimento são estáveis. Estamos a trabalhar arduamente para fazer o mesmo noutras localizações. Sabemos que para termos sucesso no aumento da produção, a empresa deve colocar a saúde e protecção dos colaboradores em primeiro lugar e é isso que estamos a fazer.

Acreditamos que a tecnologia vai ter um papel importante na recuperação económica, muito através de uma maior proliferação da digitalização. Sendo a Bosch um dos maiores players tecnológicos a nível mundial, vamos seguramente dar o nosso contributo sempre que necessário. Estamos também comprometidos em adoptar uma abordagem coordenada e conjunta com clientes e fornecedores.

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