As malas de junco que ditam a moda: três marcas portuguesas que se renderam aos cestos

Os cestos estão de volta e com eles o renascimento de uma arte que faz parte da história de muitas famílias. Conheça algumas marcas que têm as suas raízes no processo de tecer junco.

Texto de Maria João Lima e M.ª João Vieira Pinto

Quando, em Agosto de 2016, a “Vogue” alemã deu lugar de destaque a uma mala da Toino Abel nas suas páginas de shopping, os trendsetters portugueses despertaram. Depois da “Vogue”, foi a “Elle”, a “Cut Magazine”, a “Frankie Australia”, o “El País”… Claro que já havia quem conhecesse e comprasse as malas de junco feitas à mão numa aldeia de Alcobaça. Mas não só a procura aumentou, como as fronteiras se esbateram, até hoje, 10 anos depois de Nuno Henriques a ter criado.

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Setembro de 2020 da revista Marketeer.

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