Num momento em que as organizações enfrentam desafios profundos relacionados com a retenção de talento, bem-estar e engagement, a comunicação interna assume um papel cada vez mais estratégico. Vive-se hoje uma transformação acelerada, impulsionada pela digitalização, pelo trabalho híbrido e pela necessidade de criar experiências mais humanas, integradas e colaborativas. É neste contexto que a integração da Vip District no Epassi Group marca um ponto de viragem no mercado português.
Por Sandra M. Pinto
Para compreender melhor o impacto desta operação, as oportunidades que abre para empresas e colaboradores, e as tendências que moldam o futuro da comunicação interna digital, conversámos com Teresa Fonseca Santos, Country Manager da VIP District, que partilha a sua visão sobre esta nova fase da Vip District e sobre a evolução das plataformas de experiência do colaborador. Nesta entrevista, destaca ainda o papel da tecnologia, da inteligência artificial, do reconhecimento e do feedback na construção de culturas organizacionais mais fortes, motivadoras e sustentáveis.
De que forma a integração da Vip District no Epassi Group fortalece a oferta de soluções de bem-estar e engagement para colaboradores em Portugal?
A integração da Vip District no grupo Epassi representa um passo estratégico muito relevante para o mercado português, ao combinar o conhecimento local da Vip District com a escala, inovação e experiência internacional do Epassi Group, líder europeu em soluções de benefícios e bem-estar para colaboradores. Esta união permitirá oferecer uma proposta mais completa, integrada e digital, reunindo numa única plataforma soluções que promovem o bem-estar físico, mental, financeiro e social, desde benefícios flexíveis, descontos e incentivos, até ferramentas que potenciam a comunicação, o engagement, a motivação e a retenção de talento. Passaremos a disponibilizar uma solução holística, centrada no colaborador, que contribui para culturas organizacionais mais saudáveis, inclusivas e sustentáveis.
Além disso, a integração reforça a nossa capacidade tecnológica e acelera a inovação, garantindo uma experiência mais fluida e personalizada para os colaboradores, assim como maior eficiência e capacidade de análise para os departamentos de Recursos Humanos. Esta sinergia posiciona a Vip District como parceiro estratégico das empresas em Portugal, ajudando-as a construir ambientes de trabalho mais felizes, produtivos e alinhados com as tendências globais de well-being e employee experience.
Quais foram os principais critérios que levaram o Epassi Group a apostar na Vip District como parceiro estratégico?
O grupo Epassi decidiu apostar na Vip District como parceiro estratégico com base em vários critérios estratégicos e complementares. O principal foi a complementaridade de soluções, que gera sinergias claras: a tecnologia da Vip District poderá ser rapidamente disponibilizada nos mercados do norte da Europa onde o Epassi já atua, alcançando os seus 36 milhões de utilizadores. Por outro lado, a tecnologia do Epassi em benefícios flexíveis e bem-estar será introduzida no mercado do sul da Europa, fortalecendo a oferta em ambas as regiões e apoiando o objetivo do grupo nórdico de expandir para estes mercados.
A Vip District destaca-se pela forte presença e reputação em Portugal e no sul da Europa, pelo conhecimento profundo do tecido empresarial e das necessidades específicas das organizações nacionais. A complementaridade territorial entre a Vip District e o grupo Epassi permitiu potenciar sinergias estratégicas, expandir a cobertura geográfica e reforçar a capacidade de resposta a empresas multinacionais com operações em diferentes mercados. A cultura organizacional próxima dos valores do Epassi — orientada para o cliente, excelência e melhoria contínua — e a confiança na liderança local também foram decisivas na tomada de decisão.
Que vantagens a escala tecnológica e a presença europeia do Epassi Group trazem aos clientes da Vip District em Portugal?
A integração no grupo Epassi representa um salto qualitativo significativo para os clientes da Vip District em Portugal, ao permitir-lhes beneficiar diretamente da escala tecnológica e da presença europeia de um dos maiores players de soluções de bem-estar e benefícios corporativos. A presença europeia do grupo Epassi reforça ainda a capacidade de oferecer soluções consistentes e escaláveis a empresas com operações internacionais, garantindo coerência nas políticas de benefícios e bem-estar, mas com adaptação às especificidades legais e culturais de cada mercado.
Para os clientes em Portugal, isto significa acesso a melhores práticas internacionais, inovação contínua e uma oferta mais competitiva, sem perder a proximidade e o acompanhamento local característicos da Vip District. O resultado é uma proposta de valor mais sólida, integrada e preparada para responder aos desafios atuais e futuros do mundo do trabalho.
Como é que esta integração permitirá à Vip District evoluir de uma plataforma de benefícios e fidelização para uma solução “tudo-em-um” até 2026/27?
A integração da Vip District no grupo Epassi acelera decisivamente a nossa evolução estratégica, permitindo adicionar benefícios flexíveis a uma plataforma anteriormente focada em engagement, reforçando a solução “tudo-em-um” centrada na experiência global do colaborador.
Ao combinar a nossa experiência em comunicação interna, gamificação e reconhecimento com o know-how do grupo Epassi em benefícios flexíveis, estamos a criar um ecossistema digital integrado que, até 2026/27, agregará múltiplas dimensões da jornada do colaborador. A plataforma única incluirá benefícios flexíveis, bem-estar, comunicação interna, reconhecimento, incentivos, onboarding, gamificação, analytics e gestão da experiência do colaborador.
Esta evolução permitirá às empresas centralizar todas as ferramentas relacionadas com a experiência do colaborador num único ambiente, simplificando processos, aumentando a eficiência operacional e reforçando o alinhamento entre estratégia de RH, cultura organizacional e performance. Para as organizações, traduz-se numa nova forma de gerir engagement, motivação e retenção, suportada em dados, insights e decisões estratégicas mais informadas.
Para os colaboradores, significa uma experiência mais fluida, personalizada e relevante, com acesso simplificado a tudo o que impacta positivamente o seu dia-a-dia. Portanto, a integração não é apenas tecnológica; reforça também o papel da Vip District como parceiro estratégico na construção de culturas corporativas mais humanas, conectadas e orientadas para o bem-estar.
Na sua visão, qual é o papel da comunicação interna digital na retenção e motivação dos colaboradores?
A comunicação interna digital desempenha hoje um papel absolutamente central na retenção e motivação dos colaboradores, sobretudo num contexto em que as organizações enfrentam modelos de trabalho cada vez mais híbridos, equipas distribuídas e uma crescente necessidade de proximidade emocional com as pessoas. Mais do que informar, a comunicação interna digital deve conectar, envolver e criar sentido de pertença. Quando bem estruturada, transforma-se num verdadeiro motor de engagement, reforçando o alinhamento com a cultura, os valores e a estratégia da empresa, enquanto dá voz aos colaboradores e promove a participação ativa.
Uma comunicação interna eficaz, suportada por plataformas digitais colaborativas, permite reconhecer conquistas, celebrar sucessos, partilhar conhecimento e fomentar a transparência, fatores diretamente ligados à motivação e à satisfação no trabalho. Além disso, facilita a personalização da mensagem, assegurando que cada colaborador recebe conteúdos relevantes para o seu contexto, função e momento da sua jornada.
Organizações que investem em comunicação interna digital estruturada criam ambientes inclusivos, fortalecem a confiança e o sentimento de valorização, tornando esta comunicação um pilar estratégico da employee experience com impacto direto na produtividade, bem-estar e retenção de talento.
Que impactos a comunicação colaborativa pode ter na produtividade e no bem-estar dentro das organizações?
A comunicação colaborativa impacta diretamente a produtividade e o bem-estar nas organizações ao criar espaços de diálogo abertos, participativos e transparentes, onde os colaboradores se sentem ouvidos e valorizados. Isto fomenta a partilha de conhecimento, cocriação e agilidade na resolução de problemas, aumentando a eficiência, alinhamento das equipas e rapidez nas decisões.
Do ponto de vista do bem-estar, promove um clima organizacional saudável, reforça o sentido de pertença e confiança, incentiva a inclusão e reduz o stress associado à falta de informação ou isolamento.
Quando integrada com ferramentas de feedback contínuo, reconhecimento e interação social, a comunicação colaborativa contribui para uma cultura mais empática e equilibrada, fortalecendo a saúde emocional, satisfação dos colaboradores e, consequentemente, a performance das equipas.
Quais são os maiores desafios que as empresas portuguesas enfrentam ao implementar soluções digitais de comunicação interna?
As empresas portuguesas enfrentam vários desafios na implementação de soluções digitais de comunicação interna, que vão muito além da escolha da tecnologia adequada. O principal obstáculo continua a ser a mudança cultural e a resistência à adoção por parte das equipas, sobretudo em organizações com estruturas mais tradicionais ou com gerações muito diversas em coexistência.
Outro desafio relevante prende-se com a falta de uma estratégia clara de comunicação interna, sendo comum que as ferramentas sejam introduzidas sem um plano de governance, objetivos definidos ou métricas de sucesso. Isto resulta, frequentemente, em plataformas subaproveitadas ou utilizadas apenas como canais informativos, em vez de verdadeiros espaços colaborativos.
A fragmentação tecnológica é também um entrave significativo, com múltiplas ferramentas desconectadas entre si, o que gera dispersão da informação, perda de eficiência e fraca experiência do utilizador. A isto soma-se a dificuldade em garantir conteúdos relevantes, personalizados e consistentes, que realmente respondam às necessidades dos colaboradores.
Por fim, a falta de tempo e recursos dedicados à gestão contínua da comunicação interna digital é outro ponto crítico. Sem acompanhamento, curadoria de conteúdo e dinamização, qualquer solução perde impacto ao longo do tempo.
Superar estes desafios implica uma abordagem integrada que combine tecnologia, estratégia, formação e acompanhamento, colocando as pessoas no centro do processo de transformação digital.
De que forma as ferramentas digitais podem aproximar equipas distribuídas ou híbridas, especialmente em empresas com escritórios internacionais?
As ferramentas digitais são essenciais para aproximar equipas distribuídas ou híbridas, funcionando como pontes entre pessoas, culturas e geografias distintas. Para além de facilitar a comunicação, permitem criar experiências partilhadas que reforçam o sentido de pertença e a identidade corporativa, independentemente da localização.
Em empresas internacionais, estas plataformas garantem uma comunicação fluida, inclusiva e em tempo real, promovendo partilha de conhecimento, trabalho transversal e cocriação, reduzindo distâncias e silos organizacionais. É ainda possível personalizar mensagens por país, equipa ou função, respeitando diferenças culturais, enquanto se mantém uma narrativa global alinhada com a estratégia da organização.
Funcionalidades como reconhecimento, gamificação, feedback e comunidades internas fortalecem a ligação emocional entre colaboradores e empresa. Assim, as ferramentas digitais não só aproximam geograficamente as equipas, como criam um ecossistema de colaboração mais humano, participativo e conectado, essencial para a coesão, motivação e performance.
Pode partilhar algum exemplo concreto de como uma comunicação interna eficaz reduziu o absentismo ou aumentou o engagement em empresas clientes da Vip District?
Um exemplo concreto do impacto de uma comunicação interna eficaz é o caso da Teleperformance Portugal, cliente da Vip District. Com mais de 70% dos colaboradores em teletrabalho, a empresa enfrentava o desafio de manter motivação, proximidade e engagement, sem perder o “toque humano” nos processos de RH.
Para responder a esta necessidade, foi criada a plataforma TP4U, um hub central de engagement, reconhecimento e comunicação. A plataforma inclui um mural de reconhecimento entre pares, um espaço de incentivos e um quadro de anúncios internos, além de notícias corporativas, eventos, formações e uma app móvel que coloca toda a informação “na palma da mão” dos colaboradores.
Os resultados foram significativos: a adesão inicial superou as expectativas, atingindo 60% de registos na fase piloto, com 95% de acessos recorrentes nos meses seguintes. A plataforma reforçou a cultura da empresa, aumentou o sentido de pertença e valorização individual, aproximou colaboradores à distância e potenciou engagement e retenção de talento, tornando-se uma ferramenta estratégica de comunicação interna.
Como observa a evolução das plataformas de experiência do colaborador (EXP) em Portugal e na Europa?
Vejo a evolução das plataformas de experiência do colaborador como uma das tendências mais estratégicas para o futuro do trabalho. Estamos a passar de soluções fragmentadas — intranets, ferramentas de reconhecimento ou sistemas de benefício — para ecossistemas unificados que colocam o colaborador no centro: bem-estar, comunicação, análise de dados e performance.
Há uma tendência clara para convergir diferentes tipos de plataformas: de simples intranets e ferramentas de comunicação para ecossistemas completos de “workforce experience” (WXP), que combinam comunicação, reconhecimento, gestão de desempenho, bem-estar, aprendizagem e análise de dados. Estas soluções permitem criar experiências mais integradas e personalizadas, com impacto direto no engagement, retenção e produtividade.
Em Portugal, embora exista alguma maturidade na oferta de benefícios flexíveis, ainda não há uma forma estruturada de os integrar numa estratégia global de bem-estar e cultura corporativa. É aqui que entra a Vip District, oferecendo soluções que tornam estas experiências completas, integradas e alinhadas com os objetivos das empresas.
Que papel a Inteligência Artificial e a automatização podem desempenhar na melhoria da comunicação interna e do bem-estar?
A Inteligência Artificial e a automatização melhoram a comunicação interna e o bem-estar ao personalizar conteúdos, recomendações e informações para cada colaborador, entregues no momento e canal mais adequados. Na plataforma da Vip District, a IA otimiza criação de conteúdos, tradução, moderação de comentários, geração de newsletters, assistência digital e automatização de relatórios, enquanto a automação reduz tarefas repetitivas, libertando tempo para iniciativas estratégicas e humanas. A IA e automatização não substituem o fator humano; pelo contrário, potenciam a proximidade, a personalização e a relevância da comunicação, permitindo às empresas construir ambientes de trabalho mais saudáveis, conectados e produtivos.
Quais são as tendências mais promissoras em engagement, reconhecimento e benefícios que impactam diretamente a comunicação interna?
As tendências que mais impactam a comunicação interna passam pela integração de benefícios flexíveis numa estratégia global de engagement e bem-estar. Em Portugal, apesar de já existir alguma maturidade nesta área, continua a haver uma oportunidade relevante para estruturar estas iniciativas de forma mais integrada, alinhando saúde, reconhecimento, aprendizagem e cultura corporativa.
Destacam-se também o reconhecimento entre pares e a gamificação, que tornam a comunicação interna mais dinâmica e participativa, reforçando o envolvimento e o sentimento de pertença. Paralelamente, o uso de AI e analytics permite personalizar mensagens, monitorizar o engagement e apoiar decisões mais estratégicas. Há uma crescente procura por experiências integradas de colaborador, onde benefícios, reconhecimento, aprendizagem e bem-estar são entregues através de um único ecossistema digital. Esta convergência não só simplifica o acesso e aumenta a utilização das ferramentas, mas também reforça a consistência da comunicação interna, alinhando objetivos estratégicos, cultura e experiência do colaborador.
Como as empresas podem medir o retorno do investimento em soluções digitais de bem-estar e engagement?
Medir o retorno do investimento de uma solução de bem‑estar e engagement não é apenas uma questão financeira: é também estratégica. Exige uma abordagem estruturada, baseada em métricas quantitativas e qualitativas, que permita às empresas avaliar não só poupanças tangíveis, como a redução do turnover, mas também o impacto em engagement, participação ativa e reconhecimento. O estudo State of the Global Workplace da Gallup indica que a desmotivação dos trabalhadores pode custar cerca de 9% do PIB mundial, o que mostra claramente como o disengagement pode ter impacto macroeconómico e, por extensão, nos resultados das empresas. Com ferramentas como as da Vip District, é possível quantificar estes resultados, estimar poupanças associadas à retenção e transformar o investimento em bem-estar numa alavanca estratégica para aumentar produtividade, motivação e desempenho sustentado.
Que conselhos daria às empresas que querem transformar a sua comunicação interna em algo mais digital e colaborativo?Transformar a comunicação interna numa experiência digital e colaborativa exige mais do que tecnologia: é necessário planeamento estratégico, cultura organizacional adequada e foco nas pessoas. O primeiro passo é compreender as necessidades dos colaboradores e definir claramente os objetivos da comunicação interna. Uma abordagem centrada no utilizador permite criar canais e conteúdos que realmente façam sentido e que motivem a participação ativa.
É fundamental escolher ferramentas que integrem benefícios, reconhecimento e engagement com comunicação, garantindo que todos os colaboradores, independentemente da sua localização ou modelo de trabalho, tenham acesso a informação relevante e personalizada. Plataformas digitais devem simplificar a interação, permitindo que os colaboradores se expressem, reconheçam colegas e participem em iniciativas de forma natural e intuitiva. A comunicação digital deve ser constante e transparente, mas também estruturada. É importante definir processos claros, métricas de sucesso e indicadores de engagement, de forma a medir o impacto das iniciativas e ajustá-las sempre que necessário.
Finalmente, não se deve subestimar a cultura e o envolvimento da liderança: gestores e líderes têm de ser exemplos no uso das ferramentas, encorajando a colaboração, valorizando o reconhecimento e promovendo a participação ativa. A tecnologia é apenas uma ferramenta; o sucesso depende da forma como é adotada e integrada na cultura da empresa.
Para transformar a comunicação interna, as empresas devem colocar o colaborador no centro, integrar tecnologia e cultura, medir resultados e envolver líderes, criando um ecossistema digital, colaborativo e motivador que impacte positivamente o engagement, a retenção e a produtividade.
De que forma a cultura de feedback e reconhecimento influencia a satisfação e retenção de colaboradores?
Uma cultura sólida de feedback e reconhecimento tem um impacto direto na satisfação e retenção dos colaboradores. Quando os colaboradores sentem que o seu trabalho é valorizado e que recebem feedback construtivo regularmente, aumenta a motivação, o engagement e o sentido de pertença à organização. O reconhecimento não precisa de ser apenas formal ou monetário; iniciativas de reconhecimento entre pares, celebração de conquistas e pequenas recompensas personalizadas reforçam o sentimento de valorização e contribuem para uma experiência de trabalho mais positiva. Além disso, o feedback contínuo permite identificar pontos de melhoria, alinhar expectativas e apoiar o desenvolvimento profissional, o que ajuda a reduzir frustrações e a prevenir o burnout. O feedback e reconhecimento não são apenas ferramentas de gestão: são pilares estratégicos da cultura corporativa, capazes de criar ambientes de trabalho motivadores, colaborativos e resilientes, onde os colaboradores se sentem ouvidos, valorizados e incentivados a crescer.
Qual é a visão da Vip District para criar locais de trabalho mais produtivos e sustentáveis através da tecnologia?
Para a Vip District é fundamental transformar a tecnologia numa aliada do colaborador e da organização, criando ambientes de trabalho mais produtivos, sustentáveis e centrados nas pessoas. Acreditamos que a tecnologia deve integrar comunicação, reconhecimento, engagement, bem-estar e benefícios de forma harmoniosa, oferecendo uma experiência completa que coloca o colaborador no centro das decisões. A automação e a IA reduzem tarefas repetitivas, libertando tempo para ações estratégicas, enquanto os dados e analytics permitem medir e otimizar resultados. A digitalização também contribui para a sustentabilidade, reduzindo papel e deslocações. Para a Vip District, locais de trabalho mais produtivos e sustentáveis não se criam apenas com tecnologia, mas com a sua aplicação estratégica para valorizar pessoas, otimizar processos e construir culturas corporativas resilientes, colaborativas e alinhadas com os objetivos de negócio.














