57% dos portugueses diz ter boa vida sexual

Quando o assunto é intimidade, a maioria dos portugueses (75%) revela ter preocupações morais, 71% diz ter energia, 68% sente que é amado e 65% considera-se feliz. Um estudo realizado pela Ohlala, nova marca portuguesa de produtos eróticos, indica ainda que 72% dos inquiridos concorda com a ideia de que o sexo é fundamental para uma vida feliz, ainda que apenas 57% concorde que, neste momento, a sua vida sexual é muito satisfatória.

Existe ainda quem se mostre aberto a experimentar coisas novas (71%), com 37% a reconhecer os motéis como boa opção para fugir à rotina e 32% a admitir gostar de ver filmes eróticos a dois. O mesmo estudo deixa saber que 25% dos portugueses recorre a literatura erótica, 27% prefere roupas diferentes, óleos e lubrificantes, 36% admite masturbar-se e 15% afirma utilizar produtos eróticos (dildos e estimulantes) para ter mais prazer nas relações sexuais.

É evidente ainda uma ligeira dicotomia entre relação conjugal e sexual. No primeiro caso, 62% dos portugueses diz atravessar um bom momento, ao passo que no segundo caso se verifica um decréscimo de 5% (57%). Desta percentagem que diz ter uma vida sexual boa, 43% são casados, 25% solteiros com namoro e 20% em união de facto.

Sobre o tipo de relações, o estudo da Ohlala revela que 38% dos portugueses nunca teve uma relação casual e que 37% teve maioritariamente relações sérias. Para 29% dos inquiridos, sexo só com amor. As mulheres dizem ter traído menos e são fãs de relações sérias e sexo só com amor. Já os homens, admitem mais masturbar-se e imaginam-se a usar a Internet para conhecer pessoas novas. Os homossexuais/bissexuais são os que mais valorizam o sexo para uma vida feliz e usam mais produtos eróticos.

Em termos gerais, 37% dos inquiridos considera que os produtos eróticos são importantes ou muito importantes, sendo que saúde, comunicação, auto-estima, preliminares e duração do acto sexual são os aspectos mais valorizados. A compra deste tipo de artigos acontece maioritariamente online (39%), farmácias (33%), sexshops (27%) e canais de venda directa (20%).

Leia ainda a entrevista da Marketeer a João Marques, sócio da Ohlala.

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