5 inovações que vão marcar os próximos anos

A IBM seleccionou cinco inovações científicas que, na sua perspectiva, vão marcar os próximos cinco anos, influenciando a forma como as pessoas trabalham, vivem e interagem. A nova iniciativa anual “IBM 5 in 5” promete ajudar a tornar visível o que, por agora, não é possível ver, através da criação de novos instrumentos.

Eis as cinco primeiras inovações apontadas:

1 – Inteligência artificial e saúde mental. A IBM acredita que, no prazo e cinco anos, será possível determinar a saúde mental e bem-estar físico de uma pessoa através do que diz e escreve. O processo de análise estará a cargo de sistemas cognitivos com inteligência artificial, capazes de identificar estágios iniciais de doenças mentais e neurológicas;

2 – Visão de super-herói. Segundo a tecnológica, mais de 99,9% do espectro electromagnético não pode ser observado a olho nu, daí o seu humano ter sentido necessidade de inventar equipamentos que permitem detectar objectos proibidos em malas nos aeroportos, por exemplo. A tendência será, por isso, melhorar este campo, recorrendo a hyperimaging e inteligência artificial para criar dispositivos portáteis e mais acessíveis. Deverá ser possível ver através do nevoeiro e conhecer o valor nutricional de um alimento através de uma foto;

3 – Ascensão do macroscópio. A IBM prevê a criação de um instrumento chamado macroscópio, que ajudará a organizar e analisar exabytes de informação sobre o mundo físico. Trata-se de um sistema de software e algoritmos que reúne todos os dados complexos à face da Terra e descobre o seu significado. Em termos práticos, poderá ser útil para a agricultura, por exemplo, oferecendo dados estruturados sobre o clima, condições do solo e níveis de água, entre outros;

4 – Detectives da saúde. Os laboratórios médicos conhecidos como “Lab-on-a-chip” serão uma espécie de detectives da área da saúde, capazes de despistar doenças a escalas muito reduzidas. O cancro ou Parkinson deverão poder ser detectados através da análise de biopartículas (milhares de vezes menores do que o diâmetro de uma madeixa de cabelo humano), recorrendo aos tais “Lab-on-a-chip”. Estes poderão ser utilizados até mesmo em casa, sendo os dados, depois, enviados via cloud;

5 – Sensores vão detectar poluição. A maioria dos poluentes apenas se torna visível quando os seus efeitos negativos se fazem sentir. Dentro de cinco anos, a IBM acredita que as novas tecnologias de detecção de gases contarão com sensores inteligentes que descobrem agentes poluentes rapidamente.

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