34% das empresas de media e entretenimento teme extinção

Mais de um terço das empresas de media e entretenimento receia ter de fechar portas no prazo de cinco anos. Um estudo desenvolvido pela EY, com base nas respostas de mais de 300 executivos e directores deste tipo de companhias a nível global, revela que 34% dos inquiridos teme a extinção das respectivas empresas.

A solução para o problema? Reinvenção. “Apesar da diversidade, executivos de todas as áreas compreendem a necessidade de mudança”, indica a EY, adiantando que metade dos inquiridos considera que já não é possível depender somente de modelos de negócio tradicionais. Nesse sentido, a reestruturação das operações é uma prioridade para este ano.

Segundo o mesmo estudo, são três os principais motores de mudança: concorrência dinâmica (crescente fluidez, que resulta em produtoras a assumir a distribuição ou agências de publicidade a criar conteúdos, por exemplo); ritmo da evolução tecnológica (realidade virtual e aumentada, blockhain, voz, inteligência artificial, 5G, Internet das Coisas…); e expectativas dos consumidores em constante mutação (tendências sempre a mudar e novas formas de consumir e comprar).

São estas as razões que levam os executivos de media e entretenimento a perceber que é preciso mudar algo. O primeiro passo é admitir e esse parece estar já a ser dado. Segue-se a definição de um plano de acção, o que levanta novos problemas: mais de um cada quatro dos inquiridos sabem que é preciso reinventar o negócio mas não sabem por onde começar.

Segundo a EY, há três áreas onde as empresas estão a focar-se especialmente: excelência e agilidade operacional; renovação da estratégia de inovação; e aceleração de talento e desenvolvimento de competências.

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