António Carriço explica campanha “Power to You”

antonioAntónio Carriço chegou há poucos meses à direcção de Marca da Vodafone Portugal. Mudança de assinatura e o lançamento do 360 foram os primeiros desafios. Agora, e conforme diz, tem pela frente a tarefa de manter ou, claro, aumentar, os «indicadores positivos da marca» no mercado português. Reforçar e optimizar ofertas, nomeadamente no segmento empresarial e no jovem, são alguns dos trabalhos que tem em mãos. Além disso, António Carriço está convicto que há muito ainda a fazer no online e, em particular, nas redes sociais. Porque não teme a crítica por parte do mercado, quer mostrar a consumidores e clientes que, de facto, a operadora age conforme a sua assinatura: “Power to you”.

O Vodafone 360 é a grande aposta da operadora este ano. Que investimento total neste lançamento e que previsões de crescimento para a marca?

Foi um grande investimento, em particular no desenvolvimento de serviços que foi feito por uma equipa local bastante grande. É um trabalho que já está a ser feito há cerca de ano e meio. O que pensámos é que tínhamos que estar atentos ao mercado e saber responder às tendências: uma delas é que há hoje cada vez mais pessoas a utilizar as redes sociais, e isso verifica-se mesmo em Portugal. Por outro lado, e outra tendência, também cada vez mais relevante, prende-se com o facto de muitas pes-soas quererem aceder à internet a partir dos seus telemóveis. Em qualquer lugar. A Vodafone tinha que responder a estas tendências.

Neste momento, o vosso principal concorrente no mercado português reclama a liderança no segmento de smartphones. Acredita que com esta aposta a Vodafone poderá inverter a posição?

Os dados da TMN são de um estudo da GFK, que não é representativo de toda a rede comercial. Os nossos ponto de venda, por exemplo, não são contabilizadas.

A Vodafone está tranquila. Este é um segmento importantíssimo, em grande crescimento, e acreditamos que dentro de poucos anos todos os telemóveis serão smartphones. Claro que vai continuar a haver pessoas que só usem os aparelhos para fazer chamadas telefónicas mas, cada vez mais, haverá tendência para fazer muito mais que isso. E como o fazer mais será cada vez mais simples, a procura alargará.

Por M.ª João Vieira Pinto

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