Embora a “nuvem” seja vista como um espaço etéreo e sem impacto, por trás dela estão centros de dados enormes que funcionam 24/7, consumindo grandes quantidades de eletricidade e água.
Esses centros não apenas processam e armazenam dados, mas também geram imenso calor, o que exige sistemas de refrigeração que consomem quase tanta energia quanto os próprios servidores. De acordo com a Greenpeace, citado pelo, business insider, as tecnologias da informação representam cerca de 7% do consumo global de energia, e esse número pode aumentar para 13% até 2030.
Em muitos países, os centros de dados já consomem cerca de 1% da eletricidade do país, e com o crescimento da digitalização, espera-se que esse valor aumente nos próximos anos. Além da energia, esses centros geram emissões de carbono, contribuindo com cerca de 0,5% das emissões globais. Para reduzir este impacto, estão a ser desenvolvidas soluções como o uso de energias renováveis e a criação de sistemas de refrigeração mais eficientes.
No entanto, especialistas alertam que, por si só, essas soluções não serão suficientes. É necessário um compromisso coletivo para reduzir o consumo energético digital e adotar práticas mais sustentáveis. A conscientização global sobre o impacto do nosso comportamento digital é essencial para alcançar uma transição sustentável na era digital.














