Um detalhe quase imperceptível num ecrã de computador gerou uma onda de especulação entre fãs de Stranger Things, mas a realizadora do documentário que acompanha a última temporada garante que os rumores são infundados.
O documentário Stranger Things: One Last Adventure, lançado juntamente com a última temporada da série da Netflix, mostra os irmãos Duffer a trabalhar no episódio final através de um Google Doc partilhado. Numa passagem rápida da câmara, surge um separador que lembrava uma ferramenta de inteligência artificial, rapidamente captado por fãs e amplamente partilhado nas redes sociais.
Alguns espectadores, insatisfeitos com o final da série, sugeriram que a IA poderia ter influenciado o guião, associando o ChatGPT a críticas sobre um desfecho “vazio” ou “incoerente”. As imagens alimentaram teorias e rumores de que a narrativa teria contado com assistência digital.
Martina Radwan, realizadora de One Last Adventure, rejeitou essas ideias. Em declarações, afirmou nunca ter visto a utilização de IA generativa durante a escrita do guião, descrevendo longas sessões de brainstorming, debates e ajustes feitos exclusivamente pelos escritores. A realizadora sublinha ainda que ter um separador de ChatGPT aberto não significa que a ferramenta tenha sido utilizada na criação da história, recordando que muitos profissionais mantêm estes recursos abertos apenas para pesquisa ou consulta rápida.












