O investimento em publicidade na televisão linear está em queda livre, com previsão de atingir 139,1 mil milhões de dólares (€118,2 mil milhões) em 2026, o nível mais baixo desde 2005, revela a WARC Media. A audiência, especialmente os millennials e Gen Z, está a fugir para as plataformas de streaming, onde a atenção é captada de forma mais eficiente.
Em contrapartida, a publicidade em Connected TV (CTV) está a crescer, com os EUA na liderança deste boom. O YouTube é um gigante incontornável, gerando 36 mil milhões de dólares (€30,7 mil milhões) em receitas publicitárias só nos EUA, reforçando a sua aposta em CTV com conteúdos premium como desporto e séries para captar mais mercado.
Este cenário fragmentado desafia os profissionais de marketing a repensar métricas e estratégias. A integração de dados de retalho está a ser o game changer, permitindo às marcas medir conversões reais, e não só impressões ou alcance.
Além disso, o formato publicitário está a evoluir para experiências mais interativas: spots com QR codes, compras diretamente no ecrã, e até gamificação. A inteligência artificial entra em cena para otimizar criativos e segmentações.
Para as pequenas e médias empresas, a CTV e a programática são agora ferramentas democráticas que nivelam o campo de jogo, abrindo oportunidades para alcançar audiências altamente qualificadas com orçamentos ajustados.














