O que são marcas-cidade? E como se criam?

O que têm em comum Nova Iorque, Helsínquia ou mesmo Amesterdão, Barcelona e até Las Vegas? As cidades renascem, tornam-se mais atraentes, mas as que vingam, por normal, têm um trabalho de bastidores, que fazem delas city branding de luxo.

Texto de TitiAna Amorim Barroso

Já faz tempo que algumas cidades construíram marcas poderosas para obterem vantagens significativas. A criação de uma marca-cidade e a sua importância têm múltiplas variáveis e intervenientes. Mas parece haver agora alguns passos a seguir na edificação de uma marca-cidade, um conceito muito conhecido e ainda pouco trabalhado.

Primeiro, há que esclarecer: «As cidades não são marcas. Podem conter marcas», afirma Conrad Llorens, CEO da Summa Branding, consultora de branding espanhola. O que é facto, diz, é que «se tivermos uma marca-cidade de êxito competimos num mundo global, pelo facto de atrairmos turistas, investidores, estudantes, moradores…».

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Janeiro de 2020 da revista Marketeer.

 

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