O marketing deve estar em todo o lado?

Almoços CE
Marketeer
23/02/2026
13:13
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23/02/2026
13:13
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Com a dispersão da atenção por parte dos consumidores, um número maior de conteúdos e uma tela cada vez mais alargada, como é que fica o Marketing pelo meio? Tem que estar em todo o lado ao mesmo tempo? Ou, antes pelo contrário, focar-se no essencial e nos targets mais relevantes?

Pelo meio disto, onde fica, também, o papel das agências? Deve ser verticalizado ou devem, as agências, estarem integradas? Foi por aqui que se fez a conversa no mais recente almoço do Conselho Editorial da Marketeer, a propósito de alguns dos temas a levar a debate na próxima grande Conferência que acontecerá a 22 de Abril no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa, sob o mote “Tudo em todo o lado ou a economia da atenção”.



Durante o encontro, houve ainda tempo para uma breve reflexão sobre os desafios do corrente ano, com alguns conselheiros a considerarem que 2026 poderá trazer abordagens de ruptura, nomeadamente tendo em conta o impacto da IA nos negócios. Porque, segundo entendem alguns dos conselheiros presentes, um dos objectivos das empresas poderá passar por diminuir o operacional, aumentando o investimento em capital.

No almoço, que decorreu no Vila Galé Ópera, em Lisboa, estiveram Catarina Tomaz (VIA Outlets), Filipa Appleton (Continente), Hugo Modesto (Siemens), Inês Mendes da Silva (Notable), Isabel Roseiro (Randstad), João Santos (WYgroup), Paulo Tomé (novobanco), Pedro Rodrigues (Desafio Global), Rui Piteira (Philip Morris International), Sérgio Leal (McDonald’s) e Teresa Burnay (Unilever).

Artigo publicado na edição n.º 355 de Fevereiro de 2026




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