Nova geração todo-o-terreno

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O Citroën C5 Aircross é o mais recente modelo da marca e o veículo que assume um papel de destaque no ano em que a marca celebra o 100.º aniversário. O novo topo de gama da Citroën chegou a Portugal em Janeiro, passando a ser o maior dos seus Sport Utility Vehicles (SUV) e acabando por fazer deste um elemento fundamental nas ambições de crescimento nos mercados da Europa.

A Citroën vive um período feliz. É a terceira marca no ranking do mercado automóvel português e a que protagonizou, até Maio deste ano, o maior crescimento de vendas (6,9%) entre as 12 marcas de maior volume no mercado, de acordo com a ACAP – Associação do Comércio Automóvel de Portugal. O C5 Aircross adopta a assinatura de Confort Class SUV, assumindo-se como o mais confortável do seu segmento.

A extensão da definição de conforto levou à criação do programa Citroën Advanced Comfort®, que engloba as mais diversas áreas e parâmetros, desde a iluminação à conectividade, da ergonomia à modularidade, da estabilidade da carroçaria ao amortecimento. O todo-o-terreno C5 Aircross vem equipado de série com as novas suspensões da marca (Progressive Hydraulic Cushions® – Suspensões com Batentes Hidráulicos Progressivos) e bancos Advanced Comfort.

Historicamente, a Citroën tem sido uma referência na qualidade do amortecimento, capaz de filtrar e isolar, como poucos, os ocupantes das irregularidades encontradas na estrada, garantindo estabilidade e dinamismo. Tudo devido às suspensões hidropneumáticas que marcaram gerações de modelos Citroën: DS, CX, GS ou, mais recentemente, o C6. Tão confortáveis que rapidamente foram apelidados de “tapetes voadores”. Enquanto as suspensões convencionais são compostas por um amortecedor, uma mola e um batente mecânico, as suspensões com Batentes Hidráulicos Progressivos® adicionam dois batentes hidráulicos em ambos os lados, um de detenção e outro de compressão.

Nas compressões e detenções significativas, retardam o movimento progressivamente, evitando paragens repentinas. Em compressões e detenções ligeiras, proporcionam o efeito “tapete voador”, através da supressão das deformações do pavimento. Para além do conforto a bordo, este novo SUV Citroën destaca-se das restantes soluções de mercado em mais dois grandes pontos: a modularidade e a bagageira.

Os seus três bancos traseiros independentes, deslizantes e escamoteáveis fazem do C5 Aircross o mais flexível, modular e espaçoso SUV no seu segmento. Já o seu volume de bagageira encorpada, até 1630 litros e comprimento até 1,90 metros, estabelece uma nova referência no segmento. Inspirado no conceito Citroën Aircross revelado em 2015, o C5 Aircross dá continuidade à ofensiva SUV da marca, após o sucesso do lançamento do SUV C3 Aircross em 2017.

Mas numa solução mais imponente, obviamente 100% SUV na sua morfologia, caracterizado por um design robusto e protector e a sua sobreelevação em relação ao solo, com uma frente alta e o capot de motor elevado e plano, além da frente com a tradicional grelha do fabricante e os faróis distribuídos por dois níveis. Na parte lateral o destaque vai para os airbump a proteger apenas a zona baixa da carroçaria, numa solução estética, mas também funcional, para depois o aro cromado contornar os vidros laterais e o terceiro pilar do tejadilho ser interrompido pelo terceiro vidro, um tecto solar panorâmico envidraçado, que ajuda à luminosidade interior.

Neste modelo a Citroën realça a sua personalidade única e escolhas fortes de estilo, como as rodas de 720 mm de diâmetro, a distância ao solo de 230 mm, as barras de tejadilho e oferta de opções de personalização. Com um total de 30 combinações exteriores e sete cores de carroçaria, a personalização estende-se ao habitáculo com quatro ambientes acolhedores e elegantes, que jogam com luz, calor e requinte.

O novo SUV do construtor francês oferece ainda os ambientes wild grey, metropolitan grey e hype brown em opção. A estética impacta e é claramente inspirada nos veículos todo-o-terreno, pontuada por inúmeros elementos fortemente identitários e atraentes, que prometem captar a atenção e interesse dos consumidores europeus. Com 4,50 m de comprimento, musculado, repleto de força, mas sem arrogância, o modelo marca a sua diferença no universo SUV, oferecendo volumes fluidos, pontuados por elementos gráficos e um habitáculo que confere protecção e uma sensação de bem-estar.

O interior do novo SUV C5 Aircross é espaçoso. Incorpora formas generosas e fluidas, sem negligenciar os aspectos funcionais. Apresenta um painel robusto e horizontal, com uma faixa específica que se estende a toda a largura. Do lado do condutor, o quadro de bordo é composto por um ecrã digital TFT de 12,3 polegadas configurável, que apresenta as informações de condução seleccionadas no seu campo de visão.

A consola central, ampla e alta, os bancos envolventes, onde a posição elevada permite o domínio da estrada e a escolha de cores e materiais complementam a sensação de protecção transmitida. Finalmente, com 20 tecnologias ao serviço da segurança em viagem, do conforto a bordo e da ajuda à condução, independentemente das condições exteriores. É, sem dúvida, um amplo espectro de ajudas à condução da última geração SUV, pondo à disposição dos passageiros sistemas intuitivos e de tecnologia de ponta, que permitem uma continuidade entre os universos digitais e o veículo.

Um modelo que assume nível dois de condução autónoma com a função Drive Assist (função disponível através do Cruise Control Adaptativo e a Assistência ao Posicionamento na Faixa) e as já reconhecidas tecnologias de conectividade, por exemplo Assistência SOS, Navegação, Mirror Screen, Carregamento de Smartphone por indução. A gama nacional do C5 Aircross foi introduzida no nosso país em Janeiro, com os três níveis de equipamento Live, Feel e Shine, onde as versões vão estar equipadas com o 1.2 PureTech com três cilindros a gasolina e o 1.5 BlueHDI de quatro cilindros a gasóleo, ambos com 130 CV.

A velocidade máxima é de 195 km/h para o primeiro e 189 km/h para o segundo, com os 0-100 km/h a serem ultrapassados praticamente em simultâneo (10,5 e 10,4 segundos, respectivamente), mas com os consumos a diferirem bastante, acusando 5,3 litros aos 100 km para a versão a gasolina e 4,1 l/100 km para o diesel.

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