O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, voltou a subir no ranking global dos mais ricos do mundo da Forbes, ocupando substituindo Jeff Bezos no quarto lugar depois de as ações da Amazon terem sofrido uma queda significativa após a divulgação de resultados trimestrais abaixo das expetativas.
Segundo a Forbes, o património líquido de Zuckerberg aumentou de forma substancial no final de janeiro, impulsionado pela valorização das ações da Meta, que se refletiu num crescimento de cerca de 22 mil milhões de dólares no seu valor patrimonial, colocando-o à frente do fundador da Amazon.
A valorização das ações da Meta deveu-se à comunicação de resultados trimestrais que superaram as expectativas de Wall Street. O desempenho positivo da empresa, que está a investir de forma significativa em inteligência artificial e noutras áreas estratégicas, traduziu-se numa subida de mais de 10% no preço das ações.
Por outro lado, as ações da Amazon caíram após a empresa ter publicado resultados trimestrais que ficaram aquém das expectativas do mercado, pressionando o valor de mercado e impactando diretamente o património do seu fundador. A desvalorização das ações refletiu-se na posição de Bezos no ranking dos mais ricos do mundo, abrindo espaço para a ascensão de Zuckerberg.
Estas movimentações no mercado colocaram assim a fortuna pessoal de Zuckerberg na faixa dos 251,7 mil milhões de dólares, segundo a estimativa da Forbes, ultrapassando os 249,7 mil milhões de dólares de Bezos.
Apesar desta mudança recente, o topo da lista global continua a ser dominado de forma destacada por Elon Musk, fundador da Tesla e da SpaceX, com uma fortuna perto dos 800 mil milhões de dólares.













