Marcas com marca: Wink, a marca de sobrancelhas que já chegou ao Brasil

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06/08/2025
10:00
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M.ª João Vieira Pinto

Em 2007, Filipa Muñoz de Oliveira Investiu 15 mil euros num negócio que hoje factura mais de 8,5 milhões de euros anuais: a Wink, marca de tratamento de sobrancelhas começou devagar, com um quiosque no Centro Comercial das Amoreiras, Lisboa, mas hoje estende-se por perto de 40 lojas em Portugal e mais 20 fora de portas, em Espanha e no Brasil.

Segundo a sua fundadora, estará numa fase madura, de cuidar o que tem sido feito, desde o dia em que percebe que tem que regressar a Portugal – fez toda uma carreira lá fora – e que só faria sentido iniciar um negócio próprio. «Peguei numa ideia que não existia cá, mas da qual eu já era cliente em Londres», recorda.

«Tinha a certeza que o conceito iria funcionar, mas nunca imaginei que funcionasse em Portugal como veio a acontecer», conta, admitindo que «não tinha qualquer ideia como é que se iniciava um negócio», já que sempre trabalhou para outros, entre a Jerónimo Martins, a leiloeira Christie’s, em Nova Iorque, ou a cadeia de televisão Sky, em Londres.

O negócio chegou a tremer pela dificuldade inicial que teve em encontrar em Portugal profissionais que dominassem a técnica e falassem correctamente português. «Não era fácil ter um negócio com porta aberta em shopping sem pessoas que falassem em português.» Passada a dificuldade inicial, a Wink tem hoje uma escola própria onde garante a formação de quem emprega, o que lhe permitiu ganhar escala e internacionalizar, entre a vizinha Espanha – onde entra via El Corte Inglés – ou o Rio de Janeiro, através de uma parceria com uma antiga cliente que quis levar a marca para o Brasil.

De resto, como Filipa lembra, «na primeira semana já não havia agenda para a procura», confirmando assim a resposta imediata das clientes em Portugal.

Saiba mais histórias sobre a Wink no podcast Marcas com Marca, em marketeer.sapo.pt, Youtube e Spotify.

 

*A jornalista escreve segundo o Antigo Acordo Ortográfico




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