Há futuro para os manuais escolares?

A pandemia empurrou para casa milhares de alunos em Portugal e no Mundo. Sem contacto com professores ou mesmo com as instituições, os estudantes viram-se obrigados, em meia dúzia de dias, a habituar-se a uma nova normalidade que recurperou uma antiga glória da televisão: a Telescola.

Texto de Maria João Lima

A realidade que se viveu nas escolas nos últimos meses obrigou a uma adaptação no processo de aprendizagem: dos alunos aos professores, passando pelas editoras e pela televisão. Mas o conceito de ensino à distância não é propriamente novidade para todos. A Porto Editora, por exemplo, já o trabalha há mais de 15 anos.

«Tem sido a Porto Editora a liderar a integração dos suportes digitais em contexto educativo. Mesmo antes de se falar de transição para o digital, já estávamos a fazer esse caminho: a Escola Virtual foi inaugurada em 2005 como a primeira plataforma de ensino à distância em língua portuguesa para os ensinos básico e secundário; três anos depois, em finais de 2008, todos os nossos manuais escolares passaram a estar disponíveis em formato digital», recorda Paulo Rebelo Gonçalves, do Gabinete de Comunicação e Imagem da Porto Editora.

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Junho de 2020 da revista Marketeer.

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