A gestão de ativos digitais evoluiu de forma significativa e deixou de ser apenas um repositório onde as marcas arquivavam os seus conteúdos. Hoje, desempenha um papel estratégico e funciona como o verdadeiro centro de coordenação das operações de conteúdo, especialmente num contexto em que a inteligência artificial assume cada vez mais protagonismo no marketing.
Com a chegada da IA generativa, tornou-se evidente que a tecnologia, por si só, não resolve problemas nem garante eficiência. Sem uma estratégia bem definida, processos claros e mecanismos de validação contínua, o risco de erros aumenta. Exemplos caricatos — como modelos de IA que classificam imagens de forma completamente absurda — mostram como a ausência de governação pode transformar ferramentas inteligentes em fontes de confusão. Esses momentos são divertidos à primeira vista, mas também revelam o potencial impacto negativo que a má gestão pode ter na reputação de uma marca.
Por isso, a gestão de ativos digitais deve ser pensada como uma estrutura centralizada que garante organização, consistência e controlo. Ao integrar de forma eficaz sistemas de DAM com soluções de IA generativa, as empresas conseguem trabalhar em larga escala sem comprometer a qualidade. Este alinhamento permite gerir conteúdos produzidos tanto por humanos como por sistemas automatizados, assegurando que tudo permanece coerente, acessível e devidamente supervisionado.
Quando a tecnologia opera sobre bases sólidas torna-se um reforço poderoso para as equipas de marketing. Em vez de multiplicar problemas, ajuda a criar uma máquina de conteúdo mais inteligente, ágil e preparada para responder às exigências do mercado digital atual.














