Descubra a tendência que domina as compras online em Portugal: moda lidera, mas há surpresas

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Marketeer
23/10/2025
12:10
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De acordo com o Barómetro E-Shopper 2025 da Geopost, um estudo sobre o comércio eletrónico, o mercado online continua a expandir-se em Portugal, com 75% da população a fazer compras pela internet. Deste total, 46% são compradores regulares, evidenciando uma diversificação nas suas escolhas, com uma média de 5,6 categorias de produtos comprados. As principais categorias incluem moda (64%), beleza e saúde (53%) e calçado (43%).

Em 2025, o número de portugueses que compra online superou os níveis registados em 2021, durante a pandemia, quando 74% compravam online, e é superior ao número de 2023, em que 71% fazia compras pela internet. O estudo também revela que a frequência de compras aumentou, passando de 34 compras anuais em 2023 para 39,4 em 2025, embora ainda abaixo da média europeia (48,6 compras por ano). Em termos mensais, cada comprador online em Portugal recebe, em média, 4,2 encomendas.

O preço continua a ser um fator decisivo para os consumidores portugueses, com 78% a considerarem-no um dos principais critérios nas suas decisões de compra, um valor significativamente superior à média europeia, que é de 68%.

Além disso, o uso de armários de entrega (lockers) tem vindo a crescer, com 14% dos portugueses a utilizarem este tipo de solução para as suas entregas. A Geração Z (18-27 anos), embora muito ativa nas redes sociais – especialmente no Instagram, YouTube e TikTok – realiza compras através dessas plataformas em apenas 39% dos casos, um valor bem abaixo da média europeia, que é de 61%.

O mercado de artigos em segunda mão também está a crescer. Em 2025, dois em cada três portugueses (67%) compram produtos vintage online, um aumento de 7% em relação ao ano anterior, o que reflete uma mudança nas preferências dos consumidores.

Este crescimento do e-commerce em Portugal está a transformar o mercado, com os consumidores a exigir soluções mais flexíveis e sustentáveis, alinhadas com as suas expectativas. As marcas e os operadores terão de se adaptar a estas tendências para continuarem a oferecer experiências de entrega que acrescentem valor aos consumidores em cada interação.




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