Uma imagem insólita começou a circular nas redes sociais e rapidamente se tornou viral: trata-se de um produto alimentício de cor azul, embalado e rotulado como “carne exclusiva de Stitch”, em referência à popular personagem da Disney. A embalagem indica que se trata de uma alternativa vegana à base de plantas, mas o tom azul vibrante e a textura semelhante à carne tradicional causaram tanto curiosidade como perplexidade entre os internautas.
Apesar de não se conhecerem detalhes sobre a marca ou o país de origem, a imagem mostra claramente o rótulo que identifica o produto como vegetal. A autenticidade do produto ainda não foi confirmada, o que tem alimentado especulações online: seria esta uma proposta artística, uma criação de inteligência artificial ou, de facto, um produto real?
Curiosamente, muitos utilizadores reagiram emocionalmente à referência ao personagem da Disney, questionando se Stitch tinha “sofrido com isto”, como se o extraterrestre de Lilo & Stitch tivesse sido, de alguma forma, sacrificado.
Independentemente da sua origem, o produto tornou-se um exemplo claro do poder das redes sociais e do apelo de estratégias de marketing surrealistas que desafiam convenções e captam a atenção do público de forma inesperada.
A crescente procura por alternativas à carne tradicional tem sido impulsionada por fatores como o bem-estar animal e uma maior consciência ambiental. Neste contexto, produtos criativos e visualmente impactantes — como esta “carne azul” — podem ser uma forma eficaz de atrair novos consumidores.
Seja uma provocação artística ou uma jogada de marketing, a “carne de Stitch” ilustra como o futuro da alimentação pode ser, literalmente, mais colorido e até viral nas redes sociais.
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