Aos 87 anos, Jane Fonda está a viver o capítulo mais pleno da sua vida, uma fase marcada não pela perda, mas pelo autoconhecimento, leveza emocional e reconexão com a identidade.
Para a atriz e ativista, a velhice não é um declínio, mas uma escada que se sobe, degrau a degrau, rumo à autenticidade. Em vez de nostalgia ou arrependimento, Fonda fala de paz interior e de um reencontro com a sua verdadeira essência.
Este “terceiro acto”, como ela o descreve, representa uma libertação de culpas antigas, medos infundados e expectativas sociais. Mais do que uma fase de recolhimento, é uma oportunidade para crescer por dentro e inspirar por fora.
A sua visão ecoa um movimento crescente: o de que a longevidade não é uma ameaça, mas uma promessa. E que o bem-estar emocional, muitas vezes, chega quando já não estamos a tentar provar nada a ninguém, apenas a viver com verdade.














