A inovação consolidou-se como o fator decisivo que distingue as empresas num mercado global cada vez mais competitivo. De acordo com o ranking da Fast Company, divulgado pela Merca2.0, estas são as dez empresas que estão a transformar indústrias inteiras, graças às suas propostas disruptivas, visão de futuro e capacidade de redefinir a experiência do consumidor.
A liderar a lista está a Waymo, subsidiária da Alphabet, que se destaca no desenvolvimento de veículos autónomos. A sua frota de robotáxis em cidades como Phoenix e São Francisco não apenas antecipa o futuro do transporte, como também redefine a relação entre os consumidores e a mobilidade urbana.
Em segundo lugar surge a Nvidia, que se tornou no coração tecnológico da revolução da inteligência artificial. Os seus chips gráficos alimentam desde o treino de modelos generativos até aplicações em videojogos, saúde e indústria automóvel. Num mercado de semicondutores avaliado em mais de 630 mil milhões de dólares, a Nvidia é hoje um dos principais protagonistas globais.
O terceiro lugar é ocupado pelo Nubank, o banco digital nascido no Brasil que já ultrapassa os 100 milhões de clientes na América Latina. O seu modelo digital-first demonstra como a inovação financeira pode democratizar o acesso a serviços, eliminando barreiras tradicionais e fomentando a confiança em mercados emergentes.
A Women’s National Basketball Association (WNBA) também integra o ranking, servindo de exemplo sobre como as ligas desportivas podem inovar para além do campo. A liga feminina conseguiu atrair investimento, construir narrativas poderosas e consolidar as suas jogadoras como figuras globais, promovendo a igualdade e abrindo novas oportunidades de negócio no desporto.
A chinesa BYD é outro caso de sucesso, afirmando-se como o maior fabricante de automóveis elétricos do mundo. A sua capacidade produtiva e liderança no setor das baterias têm vindo a alterar profundamente as regras da indústria automóvel, num contexto em que se prevê que o mercado global de veículos elétricos ultrapasse os 950 mil milhões de dólares até 2030.
O ranking inclui ainda startups como a Glean (plataforma de pesquisa empresarial impulsionada por IA) e a Abridge (que utiliza inteligência artificial para transformar a relação médico-paciente através da geração automática de resumos clínicos).














