A mais recente loja da Steve Madden em Portugal está localizada no Centro Comercial Colombo, em Lisboa, mais especificamente no piso 1.
A nova morada da insígnia norte-americana foi idealizada para reflectir a identidade da Steve Madden, trazendo a energia cosmopolita de Nova Iorque, cidade onde a marca nasceu. Esta nova localização vai permitir uma aproximação ainda maior do público, ao disponibilizar os designs da Steve Madden num dos maiores centros comerciais do País.
Tratou-se da quarta abertura da marca norte-americana em Portugal, reforçando a aposta no mercado nacional e consolidando o seu crescimento desde a chegada em 2019, quando abriu a primeira loja no Norte Shopping. De lá para cá juntaram-se-lhe os espaços no Vasco da Gama, no CascaiShopping e, desde há umas semanas, no Centro Comercial Colombo.
Em conversa com a Marketeer, na inauguração oficial da loja, Nancy Oliveira, directora geral da Steve Madden Portugal, levanta o véu dos planos de expansão para o mercado nacional.
O que é que vos fez abrir em Julho um espaço no Colombo? O que é que esta localização tem de especial e o que é que estão a conseguir com esta loja?

A abertura do Colombo estava planeada e na nossa agenda desde sempre. Estávamos a pensar abrir a loja cá em 2022, mas não tinham espaço. Estivemos à espera e agora conseguimos entrar neste shopping. Não é o espaço ideal. Estávamos a pensar abrir num espaço maior, porque é preciso, uma vez que a marca tem desde sapatos a acessórios, passando por malas e roupa. Gostávamos de poder ter tudo isso cá.
O Colombo é um shopping do melhor que temos no nosso País, a nível de espaço e de tráfego. O cliente é extremamente jovem e portanto faz todo o sentido. Nesta zona não tínhamos loja. Já tínhamos no Vasco da Gama, em Cascais, mas fazia falta, nesta zona de Lisboa.
Nestes primeiros dois meses de loja aberta, qual tem sido o cliente que tem passado pela loja e que tem efectivamente comprado?
O nosso cliente, aqui no Colombo, desde que abrimos, notamos que é um cliente acima dos 30 anos. Temos tido muitas visitas a congratularem-nos por finalmente termos chegado ao Colombo.
Temos também muitas pessoas mais jovens a passarem cá, a dizerem que nos viram nas nossas redes e que ficaram contentes por poderem ver o produto ao vivo.
O que é que, ao nível de tipo de produtos, se vende mais na loja do Colombo?
Sem dúvida, as sapatilhas, sem brilhos. E especialmente o modelo que mais vendemos, que são os Possession. E temos tido também o oposto, que são os nossos stiletto de sapatos altos. E também as malas.
Isso é igual em todas as lojas ou aqui é diferente?
Varia. Na zona norte, vendemos mais os artigos especiais, mais diferentes, produtos com mais brilhos. Também nas sapatilhas vendemos as que têm mais brilhos. Em Cascais, são artigos mais clássicos, mais conservadores.
A seguir é esta, quais é que são as próximas localizações no pipeline de aberturas?
O nosso plano é, sem dúvida, expandir o nosso negócio de retalho. Estamos à procura de outros shoppings, também aqui na zona de Lisboa, nomeadamente Amoreiras. E estamos, sem dúvidas, a apostar em lojas de rua, tanto em Lisboa como no Porto.
No comércio de rua, geralmente, o cliente é um bocadinho diferente…
É diferente e melhor. Nós queremos clientes de shopping também na rua. E os turistas que nos visitam e que já conhecem a marca dos Estados Unidos, de Espanha, da Holanda, entre outros países.
Têm sido feitas muitas vendas feitas para turistas?
Muitas mesmo. Da União Europeia, do Brasil e dos EUA há muitas senhoras que adoram a marca.
Referiu perspectivas de abrir em Lisboa e no Porto. A que prazo?
2026, sem dúvida, irá trazer novidades.
Mas já há espaços em negociação?
Em shoppings há espaços em negociação. Na rua é muito mais difícil. Não há espaços.
Texto de Maria João Lima
*A jornalista escreve segundo o Antigo Acordo Ortográfico














