Os produtos em formato mini estão a invadir prateleiras e feeds de redes sociais, e não se trata apenas de uma tendência estética. De marcas alimentares a nomes de beleza, são cada vez mais as empresas que apostam em versões mais pequenas e mais acessíveis dos seus produtos.
Esta tendência vai além das tradicionais amostras: os consumidores, especialmente da Geração Z e millennials, estão a optar por experimentar produtos mini antes de investir nas versões de tamanho normal. Com a inflação e a preocupação com os gastos em alta, estes formatos oferecem uma forma mais económica de testar novas marcas. Dados da Circana indicam que as vendas de produtos de beleza em miniatura cresceram 15% na primeira metade de 2025, quase quatro vezes mais do que outros formatos.
Além da componente económica, há também o fator “fofura”. O apelo visual dos produtos em miniatura torna-os altamente partilháveis nas redes sociais, impulsionando a notoriedade das marcas. Algumas criaram mesmo acessórios personalizados para apresentar as suas garrafas mini em eventos como o Coachella, tornando-as itens de lifestyle e não apenas de consumo.
Influencers e criadores de conteúdo especializados neste universo têm ajudado a alimentar a tendência, com vídeos dedicados a miniaturas de marcas. O marketing destas marcas aposta precisamente neste efeito emocional: quanto mais pequeno, mais irresistível.
Seja como estratégia de aquisição de novos clientes, como ferramenta de experimentação ou simplesmente como objeto de desejo nas redes, os produtos mini estão a provar que, quando bem pensados, o tamanho pode mesmo não importar desde que seja…mais pequeno.














