A farmácia continua a ser encarada como um espaço de confiança pela a maioria dos consumidores portugueses. A conclusão é de um estudo do Produto do Ano que refere que 70% dos inquiridos confia nos produtos vendidos em farmácia, seja por recomendação médica ou farmacêutica.
De acordo com o estudo, a confiança nos produtos vendidos em farmácia é elevada, com um índice médio de 4,43 (numa escala de um a cinco). Além da recomendação médica ou farmacêutica (70%), essa confiança assenta também na certificação por entidades reguladoras (13%) e no preço acessível (8%).
Quanto aos hábitos de consumo, metade dos inquiridos (50%) referiu comprar produtos farmacêuticos todos os meses, enquanto 25% fá-lo apenas quando necessário e 18% faz compras quinzenalmente. A maioria (56%) disse ainda verificar sempre a data de validade e a bula antes de tomar os medicamentos.
Já no que respeita à opinião sobre a fiscalização e controlo de qualidade dos produtos farmacêuticos, é globalmente positiva: 43% dos inquiridos considera-a muito rigorosa e eficaz e 42% reconhece rigor, embora com margem de melhoria. Apenas 4% avalia o controlo como pouco rigoroso.
“Num tempo marcado pela proliferação de informações nas redes sociais e pelo crescimento do comércio online, os portugueses continuam a confiar no espaço físico da farmácia e nos seus profissionais como fonte credível de aconselhamento e aquisição de produtos de saúde. O sector farmacêutico continua a cultivar uma relação de proximidade, rigor e credibilidade, reforçando hábitos de consumo responsáveis e informados”, sublinha o Produto do Ano.
O estudo foi realizado entre 7 de Abril e 2 de Maio de 2025, contando com um total de 811 respostas.














