Como não são parados para ir ao balão, estas são as medidas inesperadas das companhias aéreas para garantir pilotos sóbrios

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Marketeer
14/02/2026
17:00
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A segurança de um voo começa muito antes do avião levantar voo. As companhias aéreas têm protocolos rigorosos para garantir que os pilotos estejam em condições ideais, sem álcool no organismo, antes de assumir os comandos.

Embora a maioria dos pilotos cumpra estas regras à risca, alguns incidentes recentes revelaram que existem procedimentos bastante curiosos para garantir o cumprimento. Entre eles estão testes de alcoolemia, questionários de saúde e monitorização discreta do estado físico e mental da tripulação.



A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) proíbe expressamente qualquer operação sob influência de substâncias psicoactivas. Contudo, não existe um padrão global, e cada país define os seus próprios limites de álcool no sangue: na União Europeia e no Reino Unido é de 0,02%, nos Estados Unidos 0,04%, e na Índia é zero absoluto.

Além das regras legais, muitas companhias aplicam políticas internas conhecidas como “da garrafa ao acelerador”, que indicam quanto tempo antes do voo os pilotos devem abster-se de bebidas alcoólicas. Estas recomendações variam consoante a empresa, podendo incluir horas diferentes ou limites específicos de álcool.

Os casos em que pilotos desrespeitaram estas normas, embora raros, tiveram consequências graves, reforçando a necessidade de um controlo rigoroso. Para os passageiros, estas medidas garantem voos seguros e conduzidos por profissionais totalmente capazes de tomar decisões críticas durante o trajeto.




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