Mudar de país pode ser mais vantajoso do que imagina. Em 2025, vários governos continuam a apostar em programas que oferecem apoios financeiros, benefícios fiscais, habitação acessível e vistos facilitados para atrair novos residentes, sobretudo para regiões com perda de população ou falta de mão-de-obra.
De aldeias históricas na Europa a ilhas remotas e comunidades rurais noutros continentes, estas iniciativas estão a ganhar força. Eis 12 países que pagam, direta ou indiretamente, para que se mude para lá em 2025, revela o portal desejoluxo.
1. Itália
Incentivos: Subsídios regionais e casas por 1 euro.
Apoio financeiro: Até 30.000 € em regiões como Molise, Sardenha e Calábria.
Condições: Residência mínima (geralmente três anos), investimento num negócio local ou imóvel; alguns programas exigem idade inferior a 40 anos.
Objetivo: Combater o despovoamento de vilas históricas.
2. Espanha
Incentivos locais em aldeias rurais.
Exemplo: Griegos, na província de Teruel, oferece cerca de 3.000 €, além de rendas subsidiadas para famílias.
Condições: Mudança imediata, filhos em idade escolar e integração no mercado de trabalho local.
Objetivo: Reverter o êxodo rural.
3. Irlanda
Programa: Our Living Islands.
Incentivo: Até 84.000 € para quem se mude para ilhas remotas e recupere casas devolutas.
Condições: Residência obrigatória e obras de reabilitação do imóvel.
Objetivo: Preservar comunidades insulares e a sua cultura.
4. Grécia
Incentivos em ilhas pouco povoadas.
Apoios: Habitação gratuita, subsídio mensal de cerca de 500 € e apoio à criação de pequenos negócios.
Exemplo: Ilha de Anticítera.
Objetivo: Repovoamento e dinamização económica das ilhas.
5. Japão
Programa: Revitalização rural (akiya).
Incentivo financeiro: Até 19.000 € para famílias jovens que se mudem para aldeias e recuperem casas abandonadas.
Condições: Permanência mínima e emprego local ou negócio próprio.
Objetivo: Combater o envelhecimento populacional e o abandono rural.
6. Canadá
Programa: Rural and Northern Immigration Pilot (RNIP).
Benefícios: Apoio governamental, imigração facilitada e incentivos fiscais (sem valor fixo directo).
Condições: Oferta de emprego local e domínio de inglês ou francês.
Objetivo: Atrair profissionais para regiões afastadas dos grandes centros.
7. Alemanha
Incentivos municipais.
Apoios: Subsídios mensais, rendas acessíveis e descontos em transportes (valores variáveis).
Condições: Estudar ou trabalhar localmente, sobretudo no leste do país.
Objectivo: Revitalizar regiões afectadas pela migração interna.
8. Suíça
Incentivos em vilas alpinas.
Exemplo: Albinen oferece até 23.000 € por adulto e cerca de 9.000 € por criança.
Condições: Menos de 45 anos, compra ou construção de casa (mínimo aproximado de 210.000 €) e residência durante 10 anos.
Objetivo: Preservar pequenas comunidades locais.
9. Estados Unidos
Programas estaduais e municipais.
Incentivo financeiro: Até 9.200 € para trabalhadores remotos.
Condições: Prova de trabalho remoto e permanência mínima no estado.
Objetivo: Atrair talento digital e estimular economias locais.
10. Chile
Programa: Start-Up Chile.
Financiamento: Até 37.000 € para empreendedores e startups inovadoras.
Condições: Desenvolvimento do projeto no Chile e envolvimento com a comunidade empreendedora.
Objetivo: Transformar o país num polo de inovação na América Latina.
11. Ilhas Maurícias
Incentivos para nómadas digitais e reformados.
Benefícios: Visto gratuito de longa duração e incentivos fiscais (sem pagamento direto).
Condições: Prova de rendimento estável ou projeto empresarial.
Objetivo: Diversificação económica e turismo de longa duração.














