Visualizações de conteúdos sobre a NFL no YouTube cresceram mais de 250% em cinco anos

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Marketeer
09/02/2026
17:50
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A NFL está a deixar cada vez mais de ser apenas um produto de transmissão televisiva para se afirmar como um ecossistema de entretenimento digital contínuo, com o YouTube no centro dessa transformação.

Segundo o mais recente relatório da plataforma de vídeos, os conteúdos relacionados com a liga de futebol americano ultrapassaram 20 mil milhões de visualizações a nível global em 2025, o que traduz um crescimento superior a 250% face a 2020 e reflete uma mudança na forma como este desporto é vivido e consumido.

O estudo mostra que a aposta da NFL em novos formatos, criadores de conteúdos, jogadores e momentos culturais — para lá dos jogos — deu origem a um modelo “always-on”, onde cada evento, da época regular ao draft, alimenta uma narrativa permanente junto dos fãs.

Lançado em 2015 com um único canal no YouTube, o universo digital da NFL evoluiu para 11 canais oficiais em quatro idiomas, complementados pelos canais dos clubes, jogadores e criadores independentes. Esta estratégia permitiu à liga expandir o alcance internacional e adaptar-se à lógica das plataformas digitais, com conteúdos pensados para consumo rápido, partilha e engagement contínuo.

Em 2025, mais de 30% das visualizações de conteúdos relacionados com a NFL aconteceram fora da época competitiva, entre o Super Bowl e o início da temporada regular. Só durante os três dias do NFL Draft, os vídeos somaram mais de 250 milhões de visualizações, o que confirma a importância cada vez maior dos momentos de bastidores.

Um dos principais motores deste crescimento é mesmo o conteúdo criado pelos próprios fãs, sendo que entre 2020 e 2025, os carregamentos a nível global de vídeos relacionados com a NFL aumentaram mais de 400%, abrangendo áreas como análise tática, comentários, gaming, moda ou gastronomia associada à cultura do futebol americano.

Segundo os dados, 56% dos fãs norte-americanos da Geração Z afirmam gostar de ver os seus atletas favoritos em vídeos fora dos eventos desportivos, enquanto 57% dizem consumir regularmente podcasts ou vídeos produzidos pelos próprios jogadores.




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