Start-up processa Estée Lauder por alegado furto de tecnologia

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Marketeer
21/01/2026
14:10
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A start-up Nomi Beauty avançou com um processo contra a Estée Lauder, acusando o grupo de ter copiado a sua tecnologia destinada a aumentar vendas junto de viajantes internacionais em hotéis de luxo.

A queixa foi apresentada no tribunal federal de Manhattan e a Nomi afirma que a Estée Lauder tem beneficiado de forma milionária dos mecanismos desenvolvidos pela start-up desde que abandonou contratos em 2018 e 2020, que incluíam ferramentas para perceber as preferências reais dos consumidores por produtos de beleza, em vez das preferências declaradas.

O nome da start-up, Nomi – homófono de “know me” (“conhece-me”) – reflete o objetivo de conhecer o cliente. Segundo a empresa, a tecnologia visava ajudar a Estée Lauder a aumentar vendas em lojas duty-free de hotéis e serviços de compras no quarto, reduzindo a dependência do retalho tradicional. A Nomi acusa ainda a Estée Lauder de privar parceiros hoteleiros dos seus produtos e de lançar programas concorrentes em vários mercados, incluindo China, Costa Rica, Malásia, Reino Unido e EUA, usando os mesmos segredos comerciais.

A start-up reclama danos compensatórios, punitivos e em triplo, sem especificar o valor. A Estée Lauder não comentou publicamente as acusações.

 




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