No primeiro almoço deste ano do Conselho Editorial, o caderno de encargos passou por preparar, desde já, os próximos eventos, nomeadamente a Conferência da Marketeer, que decorrerá em Abril no Sagres Campo Pequeno, sob o mote “Tudo em todo o lado ou a economia da atenção”. Afinal, precisam as marcas de comunicar tudo o que fazem, em todos os canais, a todo o momento?
Estes foram alguns dos tópicos debatidos pelos conselheiros, que alertaram que a economia da atenção exige que haja momentos de… pausa. O consumidor não pode ser bombardeado a todo o tempo com informação, em todo o lado – mas é isso que acontece, sobretudo nas redes sociais, onde as marcas estão always on.
Com todas as suas benesses e riscos, a IA coloca aqui também um desafio: ao permitir baixar custos e agilizar processos, o estímulo para produzir conteúdos é (ainda) maior. Para os responsáveis, a prioridade das marcas em 2026 deverá, por isso, passar por dispersar menos a sua comunicação, apostando antes na hipersegmentação e na personalização.
Presentes no almoço, que decorreu no Vila Galé Ópera, em Lisboa, estiveram Catarina Barradas (EDP), Filipa Appleton (Continente), Hugo Modesto (Siemens), Inês Veloso (Randstad), Joana Garoupa, João Santos (WYgroup), Leonor Garcia Marques (Vodafone), Manuel Paula (El Corte Inglés), Pedro Ribeiro (Vila Galé), Rita Pinho Branco (Montepio Associação Mutualista), Rui Miguel Nabeiro (Delta- -Cafés), Rui Piteira (Philip Morris International) e Teresa Burnay (Unilever).
Artigo publicado na edição n.º 354 de Janeiro de 2026














