Num momento em que a sustentabilidade deixou de ser uma promessa e passou a ser uma estratégia de negócio, poucas empresas portuguesas ilustram essa transição de forma tão clara como a The Navigator Company. Responsável por 3% de toda a electricidade produzida em Portugal e líder europeia na exportação de papel de escritório, a Navigator convidou a nossa equipa a entrar no coração da sua operação: dos viveiros, onde nascem milhões de plantas, ao complexo industrial de Setúbal, onde a tecnologia, a automação e as energias renováveis transformam uma matéria-prima renovável num portefólio de produtos com destino global.
Nos Viveiros Aliança, em Pegões, percebemos que a transformação começa muito antes das máquinas: é ali que se cultiva o Eucalyptus globulus que dará origem aos bioprodutos do futuro — papel, embalagens de celulose moldada para uso alimentar e até potenciais biocombustíveis. Nas fábricas, a escala impressiona: 78% da electricidade consumida é renovável, a biomassa é uma fonte central de energia e a empresa é hoje o maior produtor industrial de energia solar para autoconsumo em Portugal.
Mas é no impacto global que a dimensão da Navigator se torna mais evidente: 90% da produção segue para mais de 130 mercados internacionais e, por cada três resmas de papel exportadas para a Europa, duas levam o selo português da marca. Actualmente, este ecossistema gera 30 mil empregos directos e indirectos, e cria valor acrescentado nacional de forma consistente.
Dos laboratórios de investigação do instituto RAIZ às salas de controlo que monitorizam a produção ao milímetro, e através de testemunhos exclusivos, esta reportagem revela como a Navigator está a consolidar um posicionamento diferenciador: o de uma bioindústria preparada para liderar a transição para materiais naturais, recicláveis e biodegradáveis, num mercado global cada vez mais atento à pegada das marcas.
Veja o vídeo aqui.














