Na nova era da visibilidade digital importa perguntar: de que forma podem as marcas manter a relevância?

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Marketeer
17/09/2025
17:33
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17/09/2025
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Em 2025, estar visível online já não depende apenas de palavras-chave ou backlinks. A forma como os consumidores procuram informação transformou-se com a ascensão da inteligência artificial generativa. Motores de pesquisa tornaram-se assistentes inteligentes que oferecem respostas instantâneas, muitas vezes sem sequer gerar cliques. Isto está a alterar profundamente o modo como as marcas devem construir a sua presença digital.

Neste novo cenário, surge o conceito de GEO, uma abordagem que combina presença global, relevância local e adaptação aos comportamentos omnicanal do consumidor moderno. Os conteúdos precisam de ir além do blog da marca: devem ser citados por fontes externas fiáveis, aparecer em vídeos, fóruns especializados e plataformas como a Wikipédia.

Assistentes como o ChatGPT, Gemini ou Perplexity avaliam fontes de formas diferentes, o que exige estratégias de conteúdo específicas para cada um. Além disso, as pesquisas “zero-click” estão a tornar-se o novo normal, o que significa que estruturar bem a informação e ser mencionado em fontes credíveis é fundamental para não desaparecer do mapa digital.

O conteúdo continua a ser rei, mas agora precisa de ser profundo, atualizado, conversacional e útil para alimentar as IAs. A componente local, através de fichas de empresa bem otimizadas, geotags e avaliações reais, também passou a ser crucial.

A confiança (E-E-A-T: Experiência, Especialização, Autoridade e Fiabilidade) é agora um factor-chave de visibilidade. E mesmo com a possível queda do tráfego direto aos sites, a experiência oferecida, com chatbots, recomendações e apoio em tempo real, continua a influenciar fortemente a conversão.

 




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