A Lonely Planet acaba de revelar a sua aguardada lista dos 25 melhores destinos e experiências para 2026. Este ano, a seleção cruza fronteiras e formatos, das grandes capitais às ilhas remotas, das rotas gastronómicas às aventuras sustentáveis.
Em Botsuana, o safari ganha uma nova alma: acampamentos pequenos, guias locais e vida selvagem em estado puro no delta do Okavango. No Peru, o legado inca e a cozinha premiada voltam a brilhar, de Lima à emergente Arequipa, onde o sabor anda de mãos dadas com a história.
A ilha de Jeju, na Coreia do Sul, é um refúgio de vulcões, arte e mares cristalinos, enquanto a Austrália Meridional encanta com os montes Ikara-Flinders e o céu do Outback, agora protegido como santuário astronómico.
Mais perto, Cádis continua a dançar entre o mar e o flamenco, com o sabor intenso da Andaluzia servido à mesa.
No bairro da Liberdade, em São Paulo, o Japão cruza-se com o Brasil em aromas e cores, e a Sardenha convida a redescobrir o Mediterrâneo pelas suas estradas menos percorridas. Nos Estados Unidos, o Parque Nacional Theodore Roosevelt revela a grandiosidade silenciosa das pradarias do Dakota do Norte.
A Ilha Reunião combina vulcões ativos, vales profundos e lagoas tropicais, enquanto a Tunísia surpreende entre o Saara e o Mediterrâneo, com oásis, medinas e uma herança multicultural vibrante.
Nas Caraíbas, Barbados celebra 60 anos de independência ao ritmo do rum e do calypso.
E nas Ilhas Salomão, o surf, o mergulho e o isolamento tornam o arquipélago um tesouro por descobrir.
O Maine, na Nova Inglaterra, evoca o verão americano clássico, entre faróis, praias e lagostas frescas, enquanto a Cidade do México pulsa criatividade em cada esquina, da arte urbana à alta gastronomia.
Na Irlanda, Tipperary é puro encanto rural, com sidra artesanal, vales verdejantes e trilhos com vista para castelos.
Mais longe, Jaffna, no Sri Lanka, renasce como destino cultural e gastronómico; Phuket, na Tailândia, transforma-se em paraíso de nómadas digitais; e Quy Nhơn, no Vietname, revela praias douradas e aldeias piscatórias autênticas.
Na Europa, Utrecht é o segredo mais bem guardado dos Países Baixos, uma cidade de canais tranquilos, bicicletas e cafés à beira-d’água.
Cartagena das Índias, na Colômbia, continua a encantar com a sua alma afro-caribenha, muralhas coloniais e noites cheias de música.
A Finlândia reafirma-se como o país mais feliz do mundo, entre florestas, auroras e tradições excêntricas, e a Colúmbia Britânica, no Canadá, é um hino à natureza e à cultura indígena.
No Camboja, Siem Reap mantém o fascínio dos templos de Angkor e das aldeias flutuantes, enquanto a Ilha Norte da Nova Zelândia lidera uma nova forma de viajar, o turismo regenerativo, inspirado na sabedoria maori.
Mais do que uma lista, as escolhas da Lonely Planet para 2026 são um convite a viajar com propósito: redescobrir o mundo, com tempo, respeito e curiosidade.














